A sonoridade da cor

IWC x Hans Zimmer

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A IWC Schaffhausen e o aclamado compositor, Hans Zimmer, juntaram-se para dar vida a um projecto único – The Sound of Color -, através do qual, Zimmer transpôs para peças musicais as cores da nova colecção Pilot TOP GUN.

Demonstrando a sua mestria no manuseio de materiais de alta tecnologia com a máxima precisão, a IWC apresentou, este ano, novos modelos Pilot TOP GUN em cerâmica monocromática colorida. Todas as partes visíveis destes relógios são cuidadosamente projectadas usando os padrões de cores da PANTONE® e produzidas precisamente no mesmo tom. As cinco novas cores são IWC Woodland (verde floresta), IWC Lake Tahoe (branco misterioso), IWC Mojave Desert (terra com notas bege), IWC Ceratanium® (preto mate, mas não completamente escuro) e IWC Jet Black (preto mate profundo).

Com o intuito de as cores desenvolvidas cativarem ainda mais os sentidos, e numa das primeiras colaborações entre uma manufactura de alta relojoaria e um compositor de bandas sonoras cinematográficas, a IWC juntou-se a Hans Zimmer para criar um projecto inédito: The Sound of Color. O aclamado compositor mergulhou no novo universo de cores que a PANTONE criou para a IWC e compôs cinco peças musicais inéditas, respondendo às dimensões emocionais de cada tonalidade monocromática: “Ceratanium”, “Mojave Desert”, “Woodland”, “Lake Tahoe” e “Jet Black”. A música acrescenta assim uma nova e surpreendente dimensão a cada cor, a emoção do som.

A apresentação do resultado desta parceria decorreu no Théâtre du Léman em Genebra, durante o Watches & Wonders, no concerto privado The Sound of Color. Além da interpretação dos cinco novos temas compostos para a IWC, o espectáculo musical contou ainda com algumas das melhores bandas sonoras que compõem a carreira do compositor vencedor de dois Oscares, três Globos de Ouro e um Grammy, e que inclui filmes como Dune, 007: Sem Tempo para Morrer, Gladiador, Trilogia O Cavaleiro das Trevas, O Rei Leão e muitos mais.

Nessa ocasião, Hans Zimmer explicou que o que ama na música “é o elemento lúdico e a oportunidade que esta oferece para experimentar coisas” que nunca fez anteriormente. O compositor acrescentou ainda que adorou criar novos sons com a IWC porque foi algo muito diferente do trabalho que costuma fazer no cinema. Segundo Zimmer, “independentemente de sermos inspirados por imagens em movimento ou por cores, fazer música é sempre contar uma história e levar as pessoas a lugares desconhecidos, e esta experiência não foi excepção”.

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