A colecção Cartier Santos Dumont recebe, em 2020, novos membros. Tratam-se de relógios de edição limitada que pretendem contar a história das invenções voadoras de Alberto Santos-Dumont e prestar homenagem ao próprio aviador pioneiro.

Todos os novos modelos Cartier Santos Dumont batem ao ritmo do movimento mecânico de corda manual 430 MC e possuem gravações dos planos originais das máquinas voadoras, desenhados pelo próprio Santos-Dumont ou das iniciais SD, a assinatura de Alberto Santos-Dumont.

Santos Dumont XL

A Cartier renova a homenagem Alberto Santos-Dumont, através do relógio Santos-Dumont XL. Este conjunto de três modelos, disponível em séries gravadas e limitadas, é oferecido juntamente com uma edição exclusiva de 30 peças apresentadas numa caixa preciosa. Cada um deles bate ao ritmo do movimento mecânico 430 MC, com corda manual.

Com uma caixa com contornos, linhas rectas e elegância sem adornos, o design icónico do relógio Santos-Dumont é aprimorado num tamanho extra grande. A delicadeza da caixa e o nível de sofisticação permanecem os mesmos, desde os ponteiros em forma de espada até à coroa frisada, passando pelo mostrador com decoração raio-de-sol e terminando no fundo da caixa gravado com as iniciais SD, a assinatura de Alberto Santos-Dumont.

O novo Cartier Santos-Dumont XL está disponível em ouro rosa com pulseira em pele de crocodilo cinza, ouro rosa e aço com pulseira em pele de crocodilo preta e em aço com pulseira de pele de crocodilo azul.

“Le Brésil” de Santos-Dumont

Com caixa de platina, mostrador prateado decorado com 12 algarismos romanos em metal polido, ponteiros espada em e um rubi na coroa, este modelo é uma edição limitada e numerada a 100 exemplares.

Destaque para o verso da caixa, onde se pode admirar a primeira máquina inventada por Santos-Dumont, “Le Brésil “, que viu a luz do dia em 1898. Segundo o aviador, esta foi a sua criação “menor” e “mais bonita”. Apresentou-se pela primeira vez ao público a 4 de Julho de 1898 e, entre 1898 e 1909, apareceriam uma série de aeronaves numeradas de 1 a 22, reflectindo o número de vezes que o engenheiro brasileiro tentou desafiar as leis da gravidade.

“La Baladeuse” de Santos-Dumont

Com caixa em ouro amarelo, mostrador champanhe, coroa de safira, ponteiros azuis em forma de espada e pulseira de pele de jacaré verde patinada, este relógio apresenta-se numa edição limitada e numerada a 300 peças. No verso da caixa é visível uma gravação do perfil de “La Baladeuse” ou “No. 9”, uma aeronave motorizada de aparência experimental, com a qual Santos-Dumont cruzou o céu parisiense, em 1903.

“La Baladeuse”, uma pequena e volumosa aeronave de um lugar, foi projectada para uso pessoal do seu criador, que queria demonstrar a sua utilidade nos espaços urbanos. “Chegará o dia em que os transportes aéreos transportarão turistas e viajantes de negócios”, insistia o inventor.

Santos-Dumont “No. 14 bis”

Limitado a 500 unidades, este modelo apresenta uma moldura em ouro amarelo sobre a caixa de aço, mostrador cinza antracite, coroa com uma espinela azul e ponteiros em aço dourado. No verso da caixa, pode admirar-se a gravação do “No. 14 bis”. Nesta máquina voadora (muitas vezes descrita como “uma pipa com compartimentos”), o piloto estava de pé na fuselagem e era conectado ao leme e às barbatanas por cabos.

A 23 de Outubro de 1906, após um longo dia de obstáculos, o “nº 14 bis” venceu a Taça de Archdeacon. Mais tarde, a 12 de Novembro do mesmo ano, ganhou o prémio Aéro-Club. Alberto Santos-Dumont acabou por se tornar o primeiro aviador a concluir um voo de 220 metros verificado por uma organização oficial.

Um relógio de grandes dimensões (limitado a 30 exemplares numerados) que celebra a elegância masculina e que apresenta a gravação de “La Demoiselle”, o dispositivo voador mais elegante de Santos. Este relógio de platina, com um cabochão de rubi na coroa, foi criado como uma homenagem a Alberto Santos-Dumont, o aviador pioneiro, cuja silhueta é inseparável do chapéu panamá que nunca tirava.

A Cartier presta homenagem a este acessório com uma pulseira de tecido Panamá personalizada. No mostrador, o quadrado central também evoca o design entrelaçado. Um detalhe para os especialistas: a assinatura “Cartier”, que tradicionalmente surge junto a um dos números do VII, é substituída pela inscrição “Santos”.

Criada em 1908, “La Demoiselle” é a máquina voadora mais talentosa de Alberto Santos-Dumont e uma das primeiras aeronaves a serem produzidas em massa. Com isso, nasceu uma nova era: “E navegaremos pelo ar, vendo como a Europa se revela aos nossos pés como um mapa geográfico. Vamos ficar lá, suspensos entre a Terra e as estrelas”.

 

CARACTERÍSTICAS

Movimento: Manual, calibre de manufactura 430 MC, 21.600 alt/h, 38 horas de reserva
de marcha
Caixa: ouro rosa, ouro rosa/aço ou aço, 46,6 x 33,9 mm, coroa decorada com cabochão de safira ou espinela sintética, fundo gravado com iniciais SD
Mostrador: Prateado com decoração raio-de-sol, numerais romanos, indicações de horas e minutos
Bracelete: Pele de crocodilo cinzenta, preta ou azul