Lamborghini Urus

SUV todo-o-terreno

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A imagem de um Lamborghini remete-nos de imediato para as suas linhas dinâmicas e desportivas, pelo que olhar agora para o modelo Urus deixa-nos, no mínimo, com a boca aberta de espanto.

A Lamborghini acaba de entrar num outro mundo, muito distante dos bólides desportivos a que nos tem habituado, apresentando agora um super SUV todo-o-terreno de raça imponente: o Urus. Uma imponência espelhada nas medidas que vão dos 5,11 metros de comprimento por 1,64 metros de altura aos 2,02 metros de largura.

O motor do novo Lamborghini Urus é um oito cilindros em V, biturbo a gasolina e com 650 cv de potência máxima. Temos carro! Na estrada, e quando não seja necessário, até podemos abdicar de quatro dos 8 cilindros (ficam como que adormecidos), isto de forma a diminuir o consumo.

Esta máquina gasta apenas 3,6 segundos a acelerar dos 0 aos 100, até chegar aos 305 km/h de velocidade máxima. O sistema de tracção deste super SUV 4×4 está equipado com um diferencial autoblocante, com as forças repartidas em 40 para a dianteira e 60 para a traseira, mas, em condições especiais, podemos alterar estes números para 70 à frente e 30 atrás.

Para resolver problemas de peso, o alumínio é rei em toda a carroçaria, no chassis e até na suspensão. Mesmo assim, o peso marca os 2200 kg… Com sete modos de condução seleccionados a partir de um controlo na consola central, o Lamborghini Urus vai vencendo os vários obstáculos com a ajuda da sua caixa automática.

A mala, com 616 litros, é outra das armas do novo automóvel da marca de Sant’Agata Bolognese que, no habitáculo, dispõe de três assentos na traseira e que tem um ambiente luxuoso apesar das suas características de todo-o-terreno.

Enfim, um “brinquedo” com enorme potência e de linhas bem diferentes daquelas a que a Lamborghini nos tem habituado, mas que prima pela qualidade, estabilidade e performance.

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José Manuel Moroso integrou os quadros do EXPRESSO como jornalista e aí trabalhou em várias áreas durante mais de 20 anos. Foi durante muitos anos responsável pela famosa secção Gente (Expresso), substituindo Pedro d’ Anunciação, passou pela política, foi editor de desporto, editor dos Guias do Expresso e do Livro da Boa Cama e da Boa Mesa e editor da Sociedade. Especializou-se, também, em críticas de vinhos e a escrever sobre relógios. Transitou, depois, para o jornal Sol, acompanhando a anterior direcção do EXPRESSO, onde se manteve nove anos, até ao final de 2015.

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