Vocacionado para todos aqueles que procuram uma experiência especial e que vivem a arte, o Raw Culture Arts & Lofts é um aparthotel boémio e sofisticado. Com 13 lofts luxuosos, é um verdadeiro centro artístico, em que a Arquitetura, a Arte e o Design se unem para proporcionar uma vivência única. Aqui, poderá dormir entre obras de arte e depois comprá-las.

Com um conceito totalmente diferenciado, mais do que proporcionar uma estadia luxuosa no centro de Lisboa, o Raw Culture Arts & Lofts irá abrir-lhe as portas para uma verdadeira experiência de vida. Aqui, a arte respira-se em cada detalhe… Vê-se, sente-se, toca-se e, no fim, leva-se até. É isto que torna o Raw Culture tão especial, a possibilidade de dormir num loft único, decorado com peças de arte exclusivas e mobiliário de assinatura que, se assim o entender, poderá adquirir.

Nas paredes, há quadros de artistas portugueses como Alberto Plácido, Eduardo Verde Pinho, Joana Gomes, Miguel Januário ou Wasted Rita, mas também de estrangeiros como Yonamine, Douglas Argüelles, Herman Brood ou WK aka WK Interact. Os open spaces que caracterizam cada um dos 13 lofts, com cerca de 80 m2 e capacidade para até quatro pessoas, ostentam sofás assinados pelo dinamarquês Hans J. Wegner e aparadores de Henry Walter Klein. Pelo meio, a abrilhantar o ambiente, há esculturas de João Castro Silva, cruzadas com peças de carros antigos ou motos clássicas, numa requintada conjugação de arte urbana com peças intemporais. 

“O Raw Culture é um misto de arte com arquitectura, muito personalizado à imagem do proprietário e daqueles que são os seus objectos de desejo”, começa por explicar José Oliveira, precursor do projecto. CEO de uma empresa de Tecnologias de Informação, a Bi4all, e habituado à azafama das viagens rápidas de negócios, há muito que José já procurava algo diferente nos hotéis em que pernoitava. “Para ter alguma satisfação nessas viagens, comecei a procurar experiências. Podia ficar mais longe, mas queria sítios diferentes e que me preenchem-se”, conta, enquanto confessa que sempre foi um apaixonado pela arte e pelo mobiliário de assinatura, sobretudo nórdico. “Há muitos anos que já participava em leilões pelo mundo inteiro para adquirir peças únicas e originais.”

É o seu acervo pessoal que hoje decora os diferentes espaços do Raw Culture, erguido ao longo de seis pisos, no local onde outrora laborava a Tipografia Portuguesa, bem no centro do Bairro Alto. “Na verdade, quando me deparei com este edifício, andava à procura de um espaço para fazer uma casa”, recorda. “Um amigo mostrou-me este espaço e, no fundo, tudo se conjugou.” Por um lado, um espaço descaracterizado na sua traça, recheado de história e com uma linha industrial; por outro, uma colecção particular única guardada em seis armazéns, que seria sempre ampla demais para uma só casa. “Sou apaixonado pela arte e o Bairro Alto é um bairro das artes, sempre o foi. Se recuarmos aos anos 80, era aqui que se encontravam os artistas, os designers, etc.. Fazia sentido ter um espaço destes, onde pudéssemos juntar uma galeria para fazer exposições e um bar que servisse de apoio.”

 

Um espaço dinâmico

O objetivo é oferecer uma experiência cultural única, independentemente do número de vezes que o hóspede regresse. “Queremos proporcionar as tais experiências e, para isso, é preciso que haja dinâmica.

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Apaixonada por automóveis e em demanda de emoções fortes, no momento de escolher uma vertente do jornalismo, Andreia Amaral não teve dúvidas de que escrever sobre carros seria o que a faria feliz. Ao longo da sua carreira, trabalhou para diversas publicações do sector. Ecléctica em interesses, hoje, divide o seu tempo entre dois amores: os motores e a Economia. Para além de colaborar com diversas revistas, é editora da Turbo Oficina e do Guia Empresarial (suplemento do JN).

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