Em 2020, a Hublot apresenta novas edições limitadas do Hublot Big Bang Sang Bleu II. Depois de trabalhar as linhas geométricas e a estrutura arquitectónica, Maxime Plescia-Büchi explora agora a teoria das cores.

Quando o Big Bang Sang Bleu foi apresentado a primeira vez, em 2017, rapidamente se tornou uma das edições mais bem sucedidas da Hublot. De tal forma que, a colaboração com Maxime Plescia-Büchi, o artista e proprietário do estúdio de tatuagem Sang Bleu, continua até aos dias de hoje.

Enquanto a geometria foi a base do primeiro Big Bang Sang Bleu e a arquitectura a do Big Bang Sang Bleu II, a arte é a inspiração para as edições de 2020. Desta vez, o designer queria aliar a estética com a forma e a funcionalidade mecânica do próprio relógio, honrando os códigos do Big Bang, para criar um modelo emblemático da Art of Fusion da Hublot.

Assim, nas novas peças Big Bang Sang Bleu II, a estrutura torna-se quase escultural. A experiência inovadora da Hublot em materiais está em exibição através das caixas de 45 mm em titânio ou King Gold, disponíveis com ou sem pedras preciosas. Por seu lado, os ponteiros, a luneta e a caixa são cruzados com linhas, que enfatizam a silhueta oblíqua do relógio. Mas o que realmente se destaca é a cor. As novas versões do Big Bang Sang Bleu II adicionam um azul índigo à paleta, uma tonalidade profunda que veste os mostradores e as correias.

Alimentados pelo calibre cronógrafo automático UNICO HUB1240, com 72 horas de reserva de marcha, os novos modelos apresentam-se com um design angular, marcante e muito vanguardista.

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