Uma das mais antigas manufacturas relojoeiras do mundo, em 2015, a Blancpain revela toda a perícia reunida pela marca desde 1735 e apresenta quatro peças únicas excepcionais.

Acolhidos na colecção Villeret, os novos modelos Métiers d’Art encerram técnicas decorativas ancestrais, como o Shakudō, a gravação à mão e a damasquinagem, que dão forma a mostradores que exibem temáticas claramente asiáticas: Peixe Koi (espécie de carpa), Árvore da Vida, Grifo com hieróglifos e o deus hindu Ganesha (na imagem).

Popularizado na alta relojoaria pelo mestre gravador Kees Engelbart, Shakudō é uma liga de cobre com 5% a 10% de ouro. Tipicamente, o mostrador é tratado com ácido nítrico para corroer o Shakudō sem interferir com o ouro, o que confere estrutura ao mostrador e também um contraste de cor que desenvolve uma pátina ao longo do tempo. Já a damasquinagem consiste em fazer embutidos num determinado objecto.

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Todos os quatro modelos Métiers d’Art estão alojados numa caixa de 45 mm em ouro vermelho, cujo fundo em vidro de safira revela o calibre extraplano 15B acabado e decorado à mão e utilizado exclusivamente nas peças do tempo únicas da Blancpain.

Características técnicas

Blancpain Villeret Extraplano Shakudō

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MOVIMENTO

Manual, calibre 15B, extraplano, decorado à mão, pontes com Côtes de Genève.

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CAIXA

Ouro vermelho, 45 mm, fundo em vidro de safira, estanque até 30 metros.

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MOSTRADOR

Decorado e gravado à mão utilizando as técnicas Shakudō, gravação e damasquinagem, imagem do deus Hindu Ganesha, ponteiros em ouro, indicação de horas e minutos.

BRACELETE

Pele de crocodilo.

A Turbilhão é uma revista semestral, especializada na área da Alta Relojoaria e do Luxo.