Edições Especiais – Revista Turbilhão https://turbilhao.pt A Arte de Viver o Tempo Thu, 17 Oct 2019 14:51:54 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.4.1 Performance automóvel no pulso https://turbilhao.pt/performance-automovel-no-pulso/ Thu, 17 Oct 2019 10:48:51 +0000 https://turbilhao.pt/?p=20102 A parceria entre a Roger Dubuis e a Lamborghini traz às boxes relojoeiras um novo instrumento de medição do tempo, agora inspirado no “supercarro” Huracán da construtora italiana. Eis o novo Roger Dubuis Excalibur Spider Huracán. A Roger Dubuis continua a aposta nas parcerias automóveis de alta performance – com a Lamborghini, a Lamborghini Squadra […]

O artigo Performance automóvel no pulso aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

A parceria entre a Roger Dubuis e a Lamborghini traz às boxes relojoeiras um novo instrumento de medição do tempo, agora inspirado no “supercarro” Huracán da construtora italiana. Eis o novo Roger Dubuis Excalibur Spider Huracán.

A Roger Dubuis continua a aposta nas parcerias automóveis de alta performance – com a Lamborghini, a Lamborghini Squadra Corse e a Pirelli – e, naturalmente, a sinergia diferenciada entre o design relojoeiro e automotivo domina as novidades da marca para 2019, com destaque para os dois novos modelos da recém-lançada colecção Excalibur Huracán, ambos equipados com um novo movimento de manufactura e um deles apetrechado com uma pulseira especial de borracha Pirelli.

O calibre RD630 da Roger Dubuis – o segundo desenvolvido pela marca em cooperação com a Lamborghini Squadra Corse – estreia-se nos novos Excalibur Huracán, evocando de forma sublime o ADN automóvel da Lamborghini. Largamente esqueletizado, à semelhança da maioria dos calibres modernos da marca, o novo movimento possui um balanço inclinado a 12º (uma inovação utilizada, pela primeira vez, em 2014, no modelo Quatuor), uma estrutura com design favo de mel embutida na platina e que lembra a grelha Lamborghini, e uma janela de data hexagonal às 6h, cujos numerais ecoam o look dos do velocímetro de um automóvel da construtora italiana.

Por outro lado, o balanço suspenso inclinado foi posicionado às 12h, assumindo papel de destaque no mostrador aberto, acompanhado por uma nova ponte em formato de barra, que ecoa o motor V10 do supercarro Huracán. Embora a esqueletização seja a palavra de ordem nestes modelos, o disco da data foi projectado para se manter oculto, com excepção dos numerais da data, localizados numa abertura hexagonal às 6h, sendo que o hexágono é uma forma frequentemente encontrada no design da Lamborghini. À semelhança do movimento anterior projectado em cooperação com a Lamborghini Squadra Corse, o novo calibre possui ainda um rotor central de 360º, inspirado nas jantes do Huracán e cujo efeito giratório lembra o movimento das mesmas em alta velocidade.

Das duas peças do tempo apresentadas pela Roger Dubuis, destaque para o Excalibur Spider Huracán. O novo modelo está equipado com uma caixa de 45 mm, em titânio, com inserções de borracha preta, luneta canelada e um detalhe automóvel adicional: a coroa canelada que lembra o look de uma porca de pneu. Os dois tambores de corda, que permitem uma reserva de marcha de 60 horas, estão também visíveis no mostrador, flanqueando a janela da data. Através da face do relógio, é ainda possível visualizar as pontes e a platina principal do movimento. O toque final é dado pela correia bimatéria, que combina uma base de borracha preta com um revestimento em Alcantara, uma pele aveludada usada no interior dos automóveis Lamborghini.

O outro modelo apresentado dentro da colecção é o Excalibur Huracán Performante, uma edição limitada a 88 peças, também alimentada pelo calibre RD630. Esta peça surge com uma caixa de 45 mm em titânio revestido a DLC preto, com pormenores amarelos, e um bracelete que inclui uma incrustação em borracha com o padrão dos pneus P Zero Trofeo, da Pirelli, utilizados em pista pela Lamborghini Squadra Corse.

O artigo Performance automóvel no pulso aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
Mare Nostrum https://turbilhao.pt/panerai-mare-nostrum/ Wed, 05 Jun 2019 16:48:49 +0000 https://turbilhao.pt/?p=20088 Velejando sobre as suas credenciais náuticas, a Panerai é o mais recente patrocinador oficial da Luna Rossa Challenge, a equipa desafiadora da 36.ª edição da America’s Cup. Para celebrar esta parceria, a manufactura apresenta um relógio de mergulho com função GMT, inspirado no veleiro italiano e que será usado pela equipa liderada por Massimiliano “Max” […]

O artigo Mare Nostrum aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

Velejando sobre as suas credenciais náuticas, a Panerai é o mais recente patrocinador oficial da Luna Rossa Challenge, a equipa desafiadora da 36.ª edição da America’s Cup. Para celebrar esta parceria, a manufactura apresenta um relógio de mergulho com função GMT, inspirado no veleiro italiano e que será usado pela equipa liderada por Massimiliano “Max” Sirena: o novo PAM1039 Luna Rossa Challenger Submersible.

A parceria está firmada desde o principio de 2019, entre Jean Marc Pontroué, CEO da Panerai, e Patrizio Bertelli, CEO do Grupo Prada, que apresentam esta aliança como uma homenagem à ligação que Itália possui com o mundo marítimo. A Panerai celebrou um acordo com a equipa Luna Rossa Challenge, destinado ao desenvolvimento do projecto desta formação para a próxima edição da America’s Cup, prevista para a Nova Zelândia em 2021. A America’s Cup é o troféu mais antigo da história do desporto. Ao iniciar a sua 36.ª edição, acolhe as embarcações mais evoluídas do mundo.

Surge assim uma empolgante história italiana associada ao mar, onde a excelência e a inovação técnica estão a ser desenvolvidas pela equipa Luna Rossa Challenge, que há já alguns meses desafiou a equipa da Nova Zelândia para competir pela próxima edição da America’s Cup, onde se contará com a presença dos melhores atletas, bem como dos projectistas navais mais famosos. A equipa vencedora da última edição da America’s Cup (Emirates Team New Zeland) é desafiada pela que vence a Challenger Selection Series (a partir de 2021 será denominada Taça Prada), e é deste confronto que surgirá o novo vencedor da prova.

Voltando às marcas que formam esta parceria. A Panerai foi fundada em 1860, em Florença, por Giovanni Panerai. Cedo se tornou célebre pela qualidade dos seus produtos, motivo pelo qual acabou por se tornar fornecedor oficial da Marinha Real Italiana para instrumentos de precisão. A manufactura também ficou famosa pelos seus relógios Radiomir e Luminor, usados ​​por submarinistas militares italianos na Segunda Guerra Mundial e que, hoje, são os seus dois modelos mais icónicos. O modelo Luminor mantém como elemento característico uma came que fecha a coroa para garantir a sua estanquidade.

Já a Prada, é também uma empresa italiana ligada ao mundo da moda. Fundada por Mario Prada, em 1913, como Fratelli Prada, a Maison tomou um rumo radical com a chegada à gestão de Miuccia Prada, neta do fundador, em 1978, que a tornou numa das mais luxuosas e reconhecidas marcas de moda a nível mundial.

Tudo se alinhou para que esta força transalpina surja como mais um dos factores de orgulho para o povo italiano, tão apreciador de moda, de desporto, bem como da industria relojoeira tradicional. A parceria envolverá a criação de uma série de relógios de ponta, inspirados pelas tecnologias e materiais utilizados na competição, e desenvolvidos em conjunto pela Officine Panerai e pela Equipa Luna Rossa Challenge para atender às necessidades dos mais exigentes fãs de vela. Os novos relógios Panerai Luna Rossa serão usados pela tripulação da embarcação Luna Rossa Challenge ao longo das competições.

O artigo Mare Nostrum aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
Tempo para a conservação dos oceanos https://turbilhao.pt/tempo-para-a-conservacao-dos-oceanos/ Thu, 04 Apr 2019 09:34:11 +0000 https://turbilhao.pt/?p=18103 Um dos protagonistas relojoeiros mais activos na missão de proteger os oceanos através da sensibilização, a Blancpain continua a apoiar a conservação dos mares e, sob a égide do projecto Blancpain Ocean Commitment, que criou em 2014, apresenta o terceiro relógio de edição limitada dedicado a esta iniciativa. A ligação histórica da Blancpain aos oceanos […]

O artigo Tempo para a conservação dos oceanos aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

Um dos protagonistas relojoeiros mais activos na missão de proteger os oceanos através da sensibilização, a Blancpain continua a apoiar a conservação dos mares e, sob a égide do projecto Blancpain Ocean Commitment, que criou em 2014, apresenta o terceiro relógio de edição limitada dedicado a esta iniciativa.

A ligação histórica da Blancpain aos oceanos remonta a 1953, com o desenvolvimento do primeiro relógio de mergulho moderno: o Fifty Fathoms. Desde então, a marca de alta relojoaria tem sido uma das vozes mais activas na sensibilização para a protecção dos oceanos, através da exploração do universo subaquático.

Para servir esta missão, a manufactura criou, em 2014, o Blancpain Ocean Commitment, um projecto que pretende aumentar a consciencialização do público para a conservação dos mares, através do financiamento de expedições cientificas marítimas e eventos relacionados. Exemplos dessas iniciativas foram as Pristine Sea Expeditions (Maio 2011-Maio 2016) e, mais visivelmente, os esforços de Laurent Ballesta, o biologista marinho e fotógrafo oceânico, responsável pelo projecto Gombessa.

As expedições cientificas Gombessa têm por objectivo explorar fenómenos subaquáticos especificos que ocorrem em todo o mundo. Um objectivo naturalista inicial guia a escolha da missão que, por norma, oferece três desafios principais: um enigma cientifico está sempre no centro da expedição, um desafio de mergulho e um desafio relacionado com a captação de imagens (fotos e vídeos) únicas do fenómeno estudado. Desta forma, cada uma das expedições do projecto Gombessa reúne três eixos essenciais: cientistas especializados na questão estudada, mergulhadores experientes e cameramen subaquáticos talentosos.

Ao longo dos últimos quatro anos, a Blancpain lançou vários relógios de edição limitada para sensibilizar para o programa. Da venda de cada relógio, a marca doa 1000 € a várias iniciativas de preservação dos oceanos. A última entrada neste cânone filantrópico é o Blancpain Ocean Commitment III, um relógio de mergulho que proclama a dedicação da marca à defesa dos mares, ao mesmo tempo que faz o elogio do design do primeiro relógio de mergulho moderno.

Inspirado no clássico Fifty Fathoms – que celebra, em 2018, o 65.º aniversário – a produção do Blancpain Ocean Commitment III é limitada a 250 peças. O novo modelo destaca-se por vários detalhes e, ao contrário do antecessor, recria mais fielmente a estética do Fifty Fathoms original. Apresentado numa caixa de 40 mm, em aço, o novo relógio exibe um mostrador azul, com detalhes brancos, assegurando uma boa legibilidade em condições de mergulho. A única complicação presente é a data, que surge entre as 4h e as 5h. Às 6h, é visível o logotipo Ocean Commitment, que exibe os continentes onde as iniciativas de investigação Blancpain ocorrem.

Tratando-se de um modelo de mergulho, o Blancpain Ocean Commitment é estanque até uma profundidade de 300 metros e está equipado com uma luneta unidireccional, manufacturada em vidro de safira endurecido. Quanto aos detalhes técnicos, o relógio utiliza o calibre 1151, um movimento extrafino com 100 horas de reserva de marcha. Este calibre incorpora inovações decorativas e de performance, como espiral em silício, rotor em ouro e gravação Côtes de Genève. Tudo visível através do fundo da caixa em vidro de safira.

O toque final é dado por uma correia em tecido tipo lona e por uma pulseira NATO azul adicional. Cada um dos modelos é individualmente numerado e entregue com uma cópia, numerada à mão com o número correspondente ao do relógio, do livro Edition Fifty Fathoms; bem como com uma inscrição para membro do Blancpain Ocean Commitment Circle, que oferece acesso VIP especial a eventos e conferências sobre as iniciativas de protecção do oceano a decorrer.

O artigo Tempo para a conservação dos oceanos aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
O Centenário da Aviação Naval https://turbilhao.pt/o-centenario-da-aviacao-naval/ Tue, 12 Mar 2019 11:34:13 +0000 https://turbilhao.pt/?p=18093 A propósito do centenário da Aviação Naval Portuguesa, a Longines lança um relógio de edição especial, evocativo da efeméride. Quando, em 2016, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, inaugurou uma estátua bem no centro de Vila Nova da Rainha, Concelho da Azambuja, no Ribatejo, a 50 km ao norte de Lisboa, foram muito […]

O artigo O Centenário da Aviação Naval aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

A propósito do centenário da Aviação Naval Portuguesa, a Longines lança um relógio de edição especial, evocativo da efeméride.

Quando, em 2016, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, inaugurou uma estátua bem no centro de Vila Nova da Rainha, Concelho da Azambuja, no Ribatejo, a 50 km ao norte de Lisboa, foram muito poucos os seus habitantes que reconheceram o significado do monumento.

O que estava ali a fazer a representação de um avião? Pois foi ali, exactamente naquele local que foi construído, em 1916, um complexo da Marinha Portuguesa, um aeródromo e escola de pilotagem, de onde saíram os primeiros pilotos de avião militares do país. Dessas instalações não resta, há muito, nada. E a memória colectiva do lugar foi esquecendo por completo que ali tinha nascido a aviação militar portuguesa. Entre os instrutores estava Sacadura Cabral (1881-1924), nome que se iria tornar famoso. A escola de aeronáutica e o quartel adjacente funcionaram até 1920.

 

O esforço de Portugal em criar um corpo de aviação militar dá-se no contexto da I Guerra Mundial, que começou em 1914. Foi nesse conflito que se assistiu, pela primeira vez, ao uso de aviões, permitindo uma rápida evolução em táctica e combate no ar.

Foi em 1915 que o Ministério da Guerra abriu o primeiro concurso entre oficiais da Marinha e do Exército para a formação e obtenção do brevet de pilotos aviadores em França, Inglaterra e Estados Unidos.

Só mais tarde, com a construção das infra-estruturas de Vila Nova da Barquinha e a aquisição das primeiras aeronaves, abre o primeiro curso de pilotagem em Portugal, que funcionou na chamada Escola de Aeronáutica Militar.

Portugal entrou no conflito mundial em 1916 e, a partir de então, os seus portos, navios e vias de comunicação passaram a estar sob ameaça dos submarinos alemães. A utilização de meios aéreos, em articulação com os meios navais existentes, possibilitaria uma maior eficácia na vigilância e defesa dos portos e litoral português.

No início de 1917, Sacadura Cabral, oficial da Marinha, e piloto recém-formado em França, especializado em hidroaviões, apresentou ao Ministro da Marinha uma proposta para a criação de um dispositivo aéreo de vigilância da costa. Na convenção luso-francesa de 21 de Junho de 1917, estabeleceu-se a criação de um Centro de Aviação Marítima (CAM) em São Jacinto. Aveiro, sob responsabilidade da Marinha Francesa, competindo a Portugal a criação dos restantes dois: em Lisboa e no Algarve (este último não chegaria a ser activado). A 28 de Setembro de 1917 é criado o Serviço e Escola de Aviação da Armada. Nascia assim, já no terreno, a aviação militar em Portugal.

O artigo O Centenário da Aviação Naval aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
Fly me to the Moon https://turbilhao.pt/fly-me-to-the-moon/ Mon, 24 Sep 2018 14:34:24 +0000 https://turbilhao.pt/?p=17217 Porque ignoramos cada vez mais a maior aventura do homem? Porque viramos as costas à exploração espacial desviando a nossa atenção do essencial para a focar no acessório? Felizmente a Omega, e modelos como o Speedmaster “Dark side of the Moon” Apollo 8, recordam-nos que tivemos heróis que nos deram as mais belas imagens da […]

O artigo Fly me to the Moon aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

Porque ignoramos cada vez mais a maior aventura do homem? Porque viramos as costas à exploração espacial desviando a nossa atenção do essencial para a focar no acessório? Felizmente a Omega, e modelos como o Speedmaster “Dark side of the Moon” Apollo 8, recordam-nos que tivemos heróis que nos deram as mais belas imagens da humanidade.

É fascinante observar como a mente humana cede ás teorias da conspiração se pensarmos que, ainda hoje, 49 anos depois de Armstrong ter andado sobre a Lua, ainda há quem relegue a aventura do programa Apollo para um simples estúdio cinematográfico ao estilo de Hollywood. A esse titulo, há que recordar com alguma satisfação o correctivo que Buzz Aldrin aplicou a um fervoroso defensor do embuste aeroespacial à saída de um hotel onde tinha dado uma palestra, e que ficou imortalizado em vídeo.

Felizmente, para os crentes, a linha Speedmaster Professional da Omega recorda em permanência que fomos para o espaço porque esse era o nosso destino, e que a Lua ficará para sempre como a primeira escala na maior aventura da humanidade. A Omega tem, aliás, sido um dos grandes promotores da exploração espacial ao recordar um passado que sustenta o futuro. Quase todas as missões Apollo têm uma edição limitada comemorativa, e até mesmo o sempre misterioso lado oculto da Lua tem servido de inspiração à casa de Bienne. É o caso do mais recente exemplar do Speedmaster, apresentado durante a última Baselworld e baptizado com a fantástica designação “Dark side of the Moon” Apollo 8. Um modelo cujas pontes e platinas do famoso calibre 1861 representam de forma espectacular o lado visível e oculto do satélite terrestre vistos pela primeira vez naquela que foi provavelmente a missão mais importante do programa Apollo.

A Apollo 8 foi planeada para partir em Dezembro de 1968, contando com uma tripulação que iria cavalgar pela primeira vez o enorme Saturno V, em vez de dois Saturno IB usados até então nas missões tripuladas. Durante o Verão acabou por ser confirmado que o módulo de alunagem não estaria pronto a tempo, pelo que em vez de desperdiçar o Saturn V em mais uma missão simples de orbita terrestre similar à da Apollo 7, o director da ASPO, George Low, sugeriu que a Apollo 8 devia passar directamente para uma missão de órbita Lunar. A decisão tomada relativamente à missão não seria anunciada publicamente até que a missão da Apollo 7 fosse concluída com sucesso.

O artigo Fly me to the Moon aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
ADN partilhado https://turbilhao.pt/adn-partilhado/ Thu, 26 Jul 2018 14:34:22 +0000 https://turbilhao.pt/?p=17200 A estética e a mecânica italianas da Lamborghini unem-se à excelência relojoeira suíça da Roger Dubuis para dar vida a peças do tempo, cujo movimento se inspira no motor do Aventador S. As parcerias com marcas automóveis não são novidade no universo da relojoaria, até porque os pontos de contacto e interesse entre estes dois […]

O artigo ADN partilhado aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

A estética e a mecânica italianas da Lamborghini unem-se à excelência relojoeira suíça da Roger Dubuis para dar vida a peças do tempo, cujo movimento se inspira no motor do Aventador S.

As parcerias com marcas automóveis não são novidade no universo da relojoaria, até porque os pontos de contacto e interesse entre estes dois mundos são, de facto, imensos. Apesar desta realidade, é impossível ficar indiferente à quantidade de semelhanças entre a Roger Dubuis e a Lamborghini. Quase como se a aliança entre as duas manufacturas estivesse escrita nas estrelas. Se não, vejamos: ambas produzem entre 3500 a 4000 peças por ano, as duas procuram fundir engenharia de ponta com design exuberante, tanto uma como outra estão focadas, de momento, em apenas duas linhas de produto – Aventador e Huracán (se não contarmos com o recente lançamento do Urus); Excalibur e Velvet -, e ambas pertencem a um grande grupo (Volkswagen e Richemont).

Tudo fazia crer que o namoro entre as marcas só poderia resultar num casamento ideal. Assim, em 2017, a Roger Dubuis e a Lamborghini oficializaram a relação, estabelecendo uma parceria de cinco anos. Para a assinalar, a manufactura relojoeira criou a linha Excalibur Aventador S, cujas peças do tempo se inspiram no Lamborghini homónimo e é, desde este ano, patrocinadora oficial do Campeonato Super Trofeo, uma série de corridas exclusivas a automóveis da marca de Sant’Agata Bolognese.

O artigo ADN partilhado aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
Planeta Futebol https://turbilhao.pt/planeta-futebol/ Fri, 06 Jul 2018 10:34:20 +0000 https://turbilhao.pt/?p=17176 Ligada ao universo do futebol há mais de dez anos, seja através de vários eventos futebolísticos, de personalidades ligadas ao desporto rei ou de algumas equipas de renome, a Hublot é, como não poderia deixar de ser, parceira oficial do Mundial de 2018. Especialmente para o certame, a marca criou um smartwatch de edição limitada. […]

O artigo Planeta Futebol aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

Ligada ao universo do futebol há mais de dez anos, seja através de vários eventos futebolísticos, de personalidades ligadas ao desporto rei ou de algumas equipas de renome, a Hublot é, como não poderia deixar de ser, parceira oficial do Mundial de 2018. Especialmente para o certame, a marca criou um smartwatch de edição limitada.

Hoje em dia, quando se fala de contagens de tempo em jogos de futebol, qual a marca relojoeira que nos vem de imediato à cabeça? Sem dúvida que, para a maioria dos adeptos mais atentos, o nome que vem logo à ideia é Hublot.

A Hublot começou a sua parceria com o mundo do futebol corria o ano de 2006, quando surgiu como um dos patrocinadores oficiais da Federação Suíça de Futebol. Desde então tem sido parceira oficial de vários eventos futebolísticos, de personalidades ligadas ao desporto rei como é o caso de Pelé ou José Mourinho, bem como de algumas equipas famosas, como o Flamengo (Brasil), o Bayern Munique (Alemanha), o Chelsea, o Manchester United (Inglaterra), a Juventus (Itália) ou o Benfica (Portugal).

A edição do Mundial de Futebol na Rússia (a decorrer à data de fecho desta edição) é a terceira participação consecutiva da Hublot naquele que é um dos mais importantes certames desportivos do mundo. Esta parceria com a FIFA deu-se pela primeira vez em 2010, na África do Sul, tendo-se seguido o Mundial do Brasil em 2014.

Hublot Big Bang Referee

A grande novidade para este ano deve-se ao facto de a marca ter criado um modelo para ser usado durante os jogos por todos os árbitros convocados para o campeonato mundial, o Hublot Big Bang Referee, um smartwatch. Trata-se da primeira vez que um relógio deste género é criado pela Hublot, uma marca especializada em relojoaria mecânica que faz a sua primeira incursão no domínio dos relógios inteligentes.

 

É uma edição limitada a 2018 unidades que não se destina unicamente aos árbitros de futebol. Esta inesperada fusão entre alta tecnologia e os mais altos níveis de acabamentos na caixa e bracelete pode ser adquirida por qualquer apaixonado pela marca, que deseje possuir um relógio inteligente com caixa de 49 mm em titânio e kevlar, cujo bracelete pode ser a característica correia em borracha da Hublot, ou uma panóplia de opções inspiradas nas cores das bandeiras dos países participantes no Mundial de 2018.

Quem usar este relógio irá ter o Mundial no pulso, pois poderá receber em directo todas as informações sobre dados dos jogos, melhores marcadores, pontuação, etc… para além de poder personalizar o mostrador com as cores do seu país, ou escolher o tradicional da Hublot, muito inspirado nos mostradores dos modelos automáticos.

O artigo Planeta Futebol aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
Sartorial, do relógio aos sapatos https://turbilhao.pt/sartorial-do-relogio-aos-sapatos/ Tue, 29 May 2018 10:29:04 +0000 https://turbilhao.pt/?p=15415 A colaboração entre marcas de luxo com o objectivo de criar produtos que resultem em mais do que a simples soma das partes, é um hábito que vigora há décadas e que habitualmente produz bons resultados. A Hublot é um excelente exemplo disso, como prova o novo Classic Fusion Cronógrafo Berluti. O lema “The Art […]

O artigo Sartorial, do relógio aos sapatos aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

A colaboração entre marcas de luxo com o objectivo de criar produtos que resultem em mais do que a simples soma das partes, é um hábito que vigora há décadas e que habitualmente produz bons resultados. A Hublot é um excelente exemplo disso, como prova o novo Classic Fusion Cronógrafo Berluti.

O lema “The Art of Fusion”, concebido por Jean Claude Biver em 2004, transformou a marca fundada por Carlo Crocco em algo ainda mais inovador e diferente. Sendo uma extensão da visão original do fundador, que misturava o ouro com a borracha, a Arte da Fusão baseia-se hoje num conceito que visa a associação improvável do relógio com materiais inovadores.

Cerâmica, tântalo, magnésio, titânio, carbono e mesmo ligas criadas expressamente para formarem esta mistura improvável em torno do conceito do relógio mecânico, contrariam a ideia de um produto conservador que, ainda hoje, se associa à relojoaria.

Mas não é só à custa de materiais exóticos que o conceito de Fusão da Hublot subsiste. A inspiração, e consequente importação de materiais de outras áreas, igualmente improváveis no campo da relojoaria, é uma outra arte que a marca tem vindo a dominar com crescente à vontade. A associação com a prestigiada Berluti, iniciada em 2016 por ocasião do 120º aniversário deste exímio produtor de sapatos baseado em Paris, é um excelente exemplo desta ideia.

A primeira linha Classic Fusion Berluti empregava a famosa pele de origem veneziana tanto na correia como no mostrador.  Desenvolvida por Olga Berluti, descendente directa do fundador Alessandro Berluti, o criador da empresa em 1895, a técnica exclusiva de curtimento das peles teve de ser desenvolvida ainda mais de maneira a poder ser aplicada ao relógio. No caso do couro destinado a forrar o mostrador, toda a humidade teve de ser retirada antes de o elemento poder ser encerrado hermeticamente sob o vidro de safira.

Passado um ano, o êxito da primeira edição encoraja a Hublot a lançar mais um modelo, desta vez um cronógrafo, subindo ainda mais a fasquia na dificuldade técnica de associar a pele da casa italiana aos mostradores da manufactura suíça. A complexidade acrescida da tarefa, devido à existência dos totalizadores do cronógrafo às 3 e às 6 horas, exigiu a criação de novos métodos de produção destinados a garantir que a pele se mantém totalmente estável.

O resultado desta evolução está à vista no novo Classic Fusion Cronógrafo Berluti, com caixa de 45 mm de diâmetro. O modelo permite a opção por dois tipos de acabamentos distintos, o Scritto King Gold e o Scritto All Black, ambos limitados a uma produção de 250 exemplares cada, e que são acompanhados por um exclusivo kit de tratamento de pele da Berluti.

O artigo Sartorial, do relógio aos sapatos aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
Shaken, not stirred! https://turbilhao.pt/shaken-not-stirred/ Mon, 21 May 2018 10:24:58 +0000 https://turbilhao.pt/?p=15443 Bond… James Bond! Um dos mais fascinantes personagens do grande ecrã que ao fim de 26 filmes se mantém tão actual como nunca. Uma saga onde os relógios que o agente secreto usou compõem uma história quase tão cativante quanto as Bond Girls que o acompanharam nas mais diversas aventuras. O mais famoso agente secreto […]

O artigo Shaken, not stirred! aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

Bond… James Bond! Um dos mais fascinantes personagens do grande ecrã que ao fim de 26 filmes se mantém tão actual como nunca. Uma saga onde os relógios que o agente secreto usou compõem uma história quase tão cativante quanto as Bond Girls que o acompanharam nas mais diversas aventuras.

O mais famoso agente secreto da história não tinha apenas licença para matar, mas também para medir o tempo. E tendo o agente do MI6 demonstrado desde logo um irrepreensível bom gosto que vai da Aston Martin à Brioni, a sua preferência por relógios é apenas revelada com o segundo livro, “Live and let Die”, publicado por Ian Fleming em 1954. Quando em 1962 Bond passa finalmente do papel para o grande ecrã, não o faz sem um bom relógio sobre o pulso.

A primeira opção cai sobre o Rolex Submariner que Sean Connery estreia em “Doctor No”. A marca seria a opção de 007 em “From Russia With Love” (1963), “Goldfinger” (1964) e “On Her Majesty´s Secret Service (1969), a única película em que Bond é interpretado pelo actor Australiano Georg Lazenby´s. O Submariner regressaria ainda em “Live and let Die(1973), “The Man With The Golden Gun” (1974), e retira-se finalmente em “Licence to Kill” (1989).

O primeiro relógio elevado à categoria de “Gadget” surge em 1965 com a estreia de “Thunderball”, onde o Breitling Top Time ref. 2002 duplica a sua função como contador Geiger. Em “Live and let Die” a luneta do Submariner transforma-se numa serra circular, sendo ainda capaz de produzir um campo magnético que o estreante Roger Moore usa sem hesitar para abrir o fecho do vestido da Bond Girl Madeline Smith. Um filme onde a sequência inicial revela ainda o inovador Pulsar LED digital da americana Hamilton.

Para “The Spy Who Loved Me” (1977), “Moonraker” (1979), “For Your Eyes Only” (1981), “Octopussy” (1983) e “A View to a Kill” (1985), é a Seiko que assume protagonismo revelando um 0674 LC a funcionar como pager e um M354 Memory Bank Calendar que esconde um engenho explosivo.

Em “The Living Daylights” de 1987, Timothy Dalton substitui Roger Moore e introduz pela primeira e única vez um TAG Heuer na saga do agente secreto. Tratava-se de um Professional Night-Dive 1000, ref. 980.031.

 

A Omega entra em cena

Com “Golden Eye” (1995), o desafio de equipar o agente secreto é passado à Omega, agora interpretado por Pierce Brosnan. O Seamaster estreia-se equipado com um emissor de sinal capaz de detonar um engenho explosivo à distância, sendo ainda capaz de projectar um raio laser. A versão Professional 300M, com mostrador azul e movimento a quartzo, ref. 2541.80, constava já no catálogo da marca desde 1993. Em “Tomorrow Never Dies” (1997), Bond introduz a versão de corda automática, ref. 2531.80., mantendo as funções especiais introduzidas por “Q” dois anos antes.

Em “The World Is Not Enough” (1999) e “Die Another Day” (2002), o súbdito de sua majestade volta a salvar o mundo com um Seamaster no pulso. E se no primeiro filme a ref. 2561.80 lança um arpão, no segundo, a válvula de escape de hélio é substituída por um detonador accionado pelo luneta unidireccional. “Q” volta a contemplar o modelo com o famoso raio laser que tinha estreado em Golden Eye, agora activado pela coroa na batalha contra o maléfico Gustav Graves.

O artigo Shaken, not stirred! aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
O sonho de Ícaro https://turbilhao.pt/o-sonho-de-icaro/ Thu, 17 May 2018 10:21:31 +0000 https://turbilhao.pt/?p=15474 A relojoaria e a aviação partilham muito mais do que história e evolução tecnológica. Nomes como Breitling e IWC repartem com o eterno sonho do homem criações que se tornaram sinónimos de relógios de inspiração aeronáutica. As colecções Navitimer e Pilot são hoje propostas que cativam cada vez mais adeptos, quer voem em executiva ou […]

O artigo O sonho de Ícaro aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

A relojoaria e a aviação partilham muito mais do que história e evolução tecnológica. Nomes como Breitling e IWC repartem com o eterno sonho do homem criações que se tornaram sinónimos de relógios de inspiração aeronáutica. As colecções Navitimer e Pilot são hoje propostas que cativam cada vez mais adeptos, quer voem em executiva ou tenham as mãos no manche.

Há quem diga que voar se tornou normal, uma actividade banal que já não requer, como no passado, que os passageiros se vistam a preceito, como provam as imagens publicadas em revistas amareladas pelo tempo. Uma época em que subir a escada para um avião era ainda considerado como o inicio de uma verdadeira aventura.

Mas as expressões dos passageiros dos nossos dias, prestes a embarcar, revelam ainda uma emoção que contraria esta ideia. Voar continua a ser um sonho ambicionado por todos, e a relojoaria soube sempre fazer parte desta fascinante epopeia, acompanhando pilotos e passageiros num verdadeiro desafio às mais elementares leis da gravidade.

Aventureiros como Alberto Santos-Dumont, os irmãos Wright, Louis Bleriot, Antoine de Saint-Exupéry, Charles Lindbergh, Gago Coutinho e Sacadura Cabral, Howard Hughes, Amelia Earhart, Chuck Yeager e, porque não, Scott Carpenter ou Neil Armstrong, foram pioneiros ao contribuir que a aventura do voo chegasse a quase todos.

E se no inicio o relógio servia apenas para medir os poucos segundos que uma aeronave se mantinha no ar, rapidamente passou a auxiliar a navegação e a calcular diversos aspectos relacionados com o próprio aparelho. Dos breves segundos dos voos de Orvill e Wilbur Wright ou Santos Dumont, passámos aos minutos que Louis Blériot necessitou para atravessar o canal da Mancha. Dai para as horas, foi apenas um salto que necessitou poucos anos para ser alcançado.

Breitling DC-3 World Tour – Niagara falls – Canada

O período que se seguiu à segunda guerra mundial trouxe consigo grandes mudanças na tecnologia aeronáutica. A barreira do som foi quebrada em 1947 e os motores a jacto destronaram as hélices, tornando os voos intercontinentais mais curtos e mais confortáveis.

O artigo O sonho de Ícaro aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
Mar à vista https://turbilhao.pt/mar-a-vista/ Wed, 09 May 2018 10:27:22 +0000 https://turbilhao.pt/?p=15428 Mundialmente reconhecida pelo espírito pioneiro na cronometragem desportiva, a Omega acrescenta mais uma prova de renome ao seu extenso palmarés, ao tornar-se cronometrista oficial da Volvo Ocean Race. Em 2017, a Omega junta-se a uma das mais duras e exigentes provas náuticas de que há memória. A marca relojoeira, para quem a cronometragem desportiva faz […]

O artigo Mar à vista aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

Mundialmente reconhecida pelo espírito pioneiro na cronometragem desportiva, a Omega acrescenta mais uma prova de renome ao seu extenso palmarés, ao tornar-se cronometrista oficial da Volvo Ocean Race.

Em 2017, a Omega junta-se a uma das mais duras e exigentes provas náuticas de que há memória. A marca relojoeira, para quem a cronometragem desportiva faz parte do seu ADN, com eventos tão importantes como os Jogos Olímpicos a enriquecerem o seu palmarés, é a nova Cronometrista Oficial da Volvo Ocean Race.

Considerada como a prova rainha dos desportos náuticos, a edição de 2017-18 da Volvo Ocean Race teve início em Alicante, Espanha, e terminará, em Junho do próximo ano, em Haia. Nessa altura, as equipas terão navegado 45.000 milhas náuticas, através de quatro oceanos, seis continentes e 12 cidades anfitriãs, lisboa incluída.

A acompanhar a intrépida expedição estará sempre a Omega, para quem a cronometragem náutica não é uma novidade, uma vez que é a marca relojoeira parceira da equipa Emirates Team Zealand, na America’s Cup, desde 1995. Para celebrar a mais recente aliança com a Volvo Ocean Race, a Omega associa-lhe o modelo Seamaster Planet Ocean 600M Deep Black em vermelho.

Trata-se de um modelo que alia à função de mergulho a de GMT, apresentando-se numa caixa de 45,5 mm em cerâmica preta com luneta unidireccional em borracha e cerâmica. Movido por um calibre coaxial automático, o Seamaster Planet Ocean 600M Deep Black destaca-se ainda pelos apontamentos vermelhos presentes na caixa, mostrador e bracelete de borracha.

O artigo Mar à vista aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
Da Pista para o Pulso, literalmente! https://turbilhao.pt/da-pista-para-o-pulso-literalmente/ Fri, 27 Oct 2017 15:46:36 +0000 http://turbilhao.pt/?p=13845 O novo Excalibur Spider Pirelli garante argumentos sedutores que extravasam o próprio relógio. “Dare to be Rare” resumia este ano o conceito que norteou o “outpup” criativo com que todos os anos a Roger Dubuis brinda os que têm a sorte de visitar o Salão de Alta Relojoaria de Genebra em Janeiro. Um conceito incorporado […]

O artigo Da Pista para o Pulso, literalmente! aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

O novo Excalibur Spider Pirelli garante argumentos sedutores que extravasam o próprio relógio.

“Dare to be Rare” resumia este ano o conceito que norteou o “outpup” criativo com que todos os anos a Roger Dubuis brinda os que têm a sorte de visitar o Salão de Alta Relojoaria de Genebra em Janeiro. Um conceito incorporado na decoração do stand da marca através de crateras, fissuras, magma e uma interacção entre a geometria da simetria e da assimetria. Esta última uma filosofia remanescente da estética adoptada pela linha Astral Squeleton, e à qual teremos ainda de acrescentar a combinação de “complicações progressivas e materiais disruptivos” numa abordagem inspirada por um tipo de indústria claramente orientada para a performance.

A italiana Pirelli, fundada em 1872 por Giovanni Battista Pirelli, em Milão, é inequivocamente um excelente exemplo deste tipo de indústria. Pioneira na inovação técnica e industrial, a marca é actualmente a fornecedora exclusiva de pneus de elevada performance das principais competições motorizadas, e onde se inclui, obviamente, a Fórmula 1.

Nesta modalidade, as 5 misturas para piso seco do famoso Pirelli “P Zero”, disponibilizadas pela marca às equipas da prova rainha do desporto automóvel, são facilmente identificadas pelo código de cores pintado na lateral dos pneus indo do roxo (ultra mole) ao laranja (duro), passando pelo vermelho (super mole), amarelo (mole) e branco (médio). Acresce ainda a versões com sulcos para chuva, onde o azul se destina ao piso molhado, capaz de dispersar “in extremis” nada menos que 65 litros de água por segundo, e o amarelo, para piso intermédio, capaz de uns mais modestos 25 litros por segundo.

Os pneus são ainda cheios com uma mistura rica em nitrogénio de forma a minimizar as variações de temperatura, e consequentemente de pressão, ao longo de cada corrida, numa prova inequívoca do nível tecnológico alcançado pela Pirelli. Um outro aspecto veiculado pela casa italiana, e que representa um forte valor para a marca, é o seu compromisso em colocar a filosofia que norteia a empresa ao serviço de um estilo de vida sofisticado e exclusivo.

E foram precisamente estas características que levaram a Roger Dubuis a sugerir uma associação com a Pirelli que se traduziu na criação de dois relógios com características únicas. Tanto o Excalibur Spider Pirelli – Duplo Turbilhão Voador (calibre RD105SQ de corda manual), assim como o Excalibur Spider Pirelli – Automático esqueleto (calibre RD820SQ de corda automática com micro rotor), limitados, respectivamente a apenas 8 e 88 exemplares, partilham aspectos como a estrutura do movimento em esqueleto e caixas em titânio com tratamento DLC negro.

O artigo Da Pista para o Pulso, literalmente! aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
Casamento de Sonho https://turbilhao.pt/casamento-de-sonho/ Sat, 08 Jul 2017 15:51:43 +0000 http://turbilhao.pt/?p=13822 Precisão, fiabilidade, performance, beleza, luxo… eis a razão pela qual a história recente nos mostrou diversas parcerias de luxo entre dois dos mais míticos mundos, a relojoaria e a indústria automóvel. Quem não se lembra de um belo IWC Ingenieur AMG Mercedes, ou de um Parmigiani Bugatti? Neste universo poderíamos fazer referência a um sem […]

O artigo Casamento de Sonho aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

Precisão, fiabilidade, performance, beleza, luxo… eis a razão pela qual a história recente nos mostrou diversas parcerias de luxo entre dois dos mais míticos mundos, a relojoaria e a indústria automóvel.

Quem não se lembra de um belo IWC Ingenieur AMG Mercedes, ou de um Parmigiani Bugatti?

Neste universo poderíamos fazer referência a um sem número de aventuras entre marcas de relógios e de automóveis, mas desta feita vamos falar sobre a ligação da helvética Hublot com a transalpina Ferrari.

Este “namoro” começou em 2011 quando Jean Claude Biver, então CEO da Hublot e Luca Cordero di Montezemolo, presidente da Ferrari assinaram a parceria. Na verdade nem se deveria chamar contrato de parceria mas sim casamento, pois, segundo Biver, “o casamento é o coroamento da união perfeita de duas almas gémeas. O sinal concreto do desejo de duas pessoas por construir algo forte e duradouro, símbolo do compromisso mútuo. No mundo da relojoaria, estes casamentos são chamados de parcerias e envolvem um nível semelhante de compromisso”.

Esta união é sem dúvida a mais forte e duradoura que a Ferrari já teve com o mundo relojoeiro, que passou por parcerias com diversas marcas como a Longines, Girard-Perregaux ou Panerai. Para a Hublot, a Ferrari trata-se do seu maior embaixador, que permitiu abrir um sem número de portas em mercados onde a marca automóvel estava já bastante bem enraizada.

Para se perceber este casamento de sucesso basta apreciar as dezenas de modelos fabricados sob esta união e perceber que não se tratam só de relógios de produção regular onde consta apenas o cavalinho da Ferrari. Os relógios são desenvolvidos de raiz onde a intervenção da marca transalpina é bem evidente a nível de design.

O artigo Casamento de Sonho aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
Omega dedicado ao Comandante Bond https://turbilhao.pt/omega-seamaster-diver-300m-commanders-watch/ Thu, 06 Jul 2017 15:29:47 +0000 http://turbilhao.pt/?p=13861 A Omega acaba de apresentar o novo Seamaster Diver 300M “Commander’s Watch” Limited Edition, um relógio dedicado a James Bond e que celebra, nada mais, nada menos, do que três aniversários. A nova peça do tempo foi apresentada por Raynald Aeschlimann, CEO da Omega, durante um evento em Londres, que contou com a presença do […]

O artigo Omega dedicado ao Comandante Bond aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

A Omega acaba de apresentar o novo Seamaster Diver 300M “Commander’s Watch” Limited Edition, um relógio dedicado a James Bond e que celebra, nada mais, nada menos, do que três aniversários.

A nova peça do tempo foi apresentada por Raynald Aeschlimann, CEO da Omega, durante um evento em Londres, que contou com a presença do produtor dos filmes do agente secreto de Sua Majestade, Michael G. Wilson.

O ano de 2017 marca três importantes aniversários na saga James Bond: o 50.º aniversário de “You Only Live Twice”; o 40.º aniversário de “The Spy Who Loved Me”; e o 20.º aniversário de “Tomorrow Never Dies.” Em cada um destes filmes, James Bond veste a sua farda militar oficial. Para comemorar estes aniversários, a Omega criou um relógio com design único, inspirado pelo encarnado, branco e azul da Marinha Real e da própria patente de Comandante.

Com caixa em aço, o “Commander’s Watch” segue assim as cores do pavilhão da Marinha Real, com um mostrador branco polido, ponteiros de horas e minutos esqueleto azuis e ponteiro de segundos envernizado encarnado, com o logo “007” no contrapeso. O fundo em vidro de safira revela o rotor com a patente de Comandante da Marinha Real.

O relógio, alimentado pelo calibre automático Omega 2507, é limitado a 7007 peças e surge com um bracelete NATO azul, encarnado e cinza com cinco riscas e uma correia adicional em aço.

Adicionalmente, o Comander’s Watch está disponível numa versão em ouro amarelo, limitada a apenas sete peças.

O artigo Omega dedicado ao Comandante Bond aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
Elemento: Água https://turbilhao.pt/hyt-alinghi-elemento-agua/ Fri, 30 Jun 2017 15:41:22 +0000 http://turbilhao.pt/?p=11577/ De um lado, a marca relojoeira que exibe as horas através de uma combinação entre mecânica e líquidos; do outro, uma das mais reconhecidas equipas de vela do mundo. A HYT e a Alinghi aliam-se pelo segundo ano consecutivo, numa parceria que tem na água e mecânica de excepção o denominador comum. Ao falarmos de […]

O artigo Elemento: Água aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

De um lado, a marca relojoeira que exibe as horas através de uma combinação entre mecânica e líquidos; do outro, uma das mais reconhecidas equipas de vela do mundo. A HYT e a Alinghi aliam-se pelo segundo ano consecutivo, numa parceria que tem na água e mecânica de excepção o denominador comum.

Ao falarmos de vela, invariavelmente surge o nome da competição America’s Cup, que por sua vez nos remete sempre para o nome da equipa helvética Alinghi. Um nome que não é, aliás, novidade no que diz respeito a parcerias de sucesso com marcas relojoeiras, como foram os casos da Audemars Piguet e da Hublot. Enormes mudanças surgiram no seio da competição America’s Cup, ganha duas vezes pela embarcação Alinghi, motivo pelo qual esta equipa suíça desistiu de participar no mais antigo troféu desportivo a nível mundial. Com este abandono, Alinghi abraçou um novo desafio, o Extreme Sailing Series, tendo-o já vencido em 2008 e 2014.

Foi durante o ano passado que a parceria entre Alinghi e a marca relojoeira HYT foi anunciada. Conhecida pelos seus relógios hidromecânicos, em que as horas são representadas pela combinação de líquidos, nada melhor do que uma parceria marítima para a HYT, sendo assim a água o denominador comum nesta união.

Fruto desta parceria vimos nascer duas peças especiais da manufactura helvética, o H4 Alinghi e o H2 Alinghi. O H4 inspira-se na arquitectura do primogénito da marca, o H1, em que as horas nos são mostradas através do deslocamento de dois líquidos, um colorido e um transparente, dentro de um micro tubo (capilar), controlados por um movimento mecânico desenvolvido pela experiente equipa de relojoeiros da Chronode. Já o H2 exibe as horas, minutos e segundos ao estilo Regulador. O calibre deste relógio surge com algumas inovações técnicas, como um indicador de posição da coroa, indicação de temperatura dos fluidos, e uma incrível reserva de marcha de 8 dias.

O ano passado, Lisboa foi palco do Extreme Sailing Series, onde a marca HYT esteve presente, proporcionando experiências inesquecíveis a alguns dos participantes, ganhando assim, um maior número de apreciadores da sua alquimia que transforma a combinação de fluidos em instrumentos de contagem do tempo.

O artigo Elemento: Água aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
Jaquet Droz Ensemble Edição Limitada para Portugal https://turbilhao.pt/jaquet-droz-ensemble-ed-limitada-portugal/ Thu, 09 Mar 2017 17:07:06 +0000 http://turbilhao.pt/?p=12970/ A Jaquet Droz e a Boutique dos Relógios Plus uniram-se para lançar uma edição limitada e exclusiva para Portugal: Jaquet Droz Ensemble. A manufactura suíça de Alta Relojoaria, Jaquet Droz, uniu-se à Boutique dos Relógios Plus para a criação de uma edição limitada e exclusiva para Portugal. A Edição Limitada Jaquet Droz Ensemble contempla cinco […]

O artigo Jaquet Droz Ensemble Edição Limitada para Portugal aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

A Jaquet Droz e a Boutique dos Relógios Plus uniram-se para lançar uma edição limitada e exclusiva para Portugal: Jaquet Droz Ensemble.

A manufactura suíça de Alta Relojoaria, Jaquet Droz, uniu-se à Boutique dos Relógios Plus para a criação de uma edição limitada e exclusiva para Portugal. A Edição Limitada Jaquet Droz Ensemble contempla cinco conjuntos que compreendem dois modelos complementares entre si, um relógio masculino e outro feminino, que celebram o amor eterno. Para assinalar este lançamento, a marca oferece aos compradores desta edição uma viagem e estadia de duas noites em Paris para duas pessoas, com partida de Lisboa.

Este ensemble de dois relógios simboliza a harmonia entre o eterno feminino e a força masculina, através de uma ponte que os cruza e interliga: o algarismo 8, o número da sorte da Jaquet Droz, representado na forma de dois sub-mostradores na face do relógio.

Para as senhoras, o modelo Jaquet Droz SW Lady Ensemble é uma peça com caixa em aço de 41 mm e 40 diamantes engastados, que iluminam o mostrador em madrepérola com aplicações em ouro cinza e ouro rosa. Esta peça está equipada com um movimento automático JD 2663A.Si com massa oscilante em ouro cinza.

Já o modelo Jaquet Droz SW Ensemble para homem exibe uma caixa em ouro rosa e titânio com 45,5mm, que alberga o movimento automático JD 2663A.Si com massa oscilante em ouro cinza. O mostrador com padrão “Côtes de Genève”, com aplicações em ouro rosa e titânio, é complementado por ponteiros em ouro rosa com pontas luminescente.

A acompanhar cada conjunto está um certificado Jaquet Droz que comprova que a produção foi limitada a cinco unidades, e o verso de cada caixa do relógio ostenta o seu número gravado (1 a 5). Estes modelos são apresentados num estojo especialmente desenhado para acolher as duas peças, que só pode ser aberto através de uma chave especial que se separa em duas partes e que apenas juntas podem abrir o estojo.

O artigo Jaquet Droz Ensemble Edição Limitada para Portugal aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
Blancpain para o Dia do Pai https://turbilhao.pt/blancpain-para-o-dia-do-pai/ Thu, 23 Feb 2017 12:32:07 +0000 http://turbilhao.pt/?p=12788/ Para o Dia do Pai, a Blancpain e a Boutique dos Relógios sugerem a edição limitada Villeret Cabo da Roca. A Blancpain presta tributo à cultura e tradição portuguesas, nomeadamente à ligação lusa entre a terra e o mar, através de uma edição especial, limitada a 18 exemplares, dedicada ao ponto mais ocidental da Europa. […]

O artigo Blancpain para o Dia do Pai aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
Para o Dia do Pai, a Blancpain e a Boutique dos Relógios sugerem a edição limitada Villeret Cabo da Roca.

A Blancpain presta tributo à cultura e tradição portuguesas, nomeadamente à ligação lusa entre a terra e o mar, através de uma edição especial, limitada a 18 exemplares, dedicada ao ponto mais ocidental da Europa. Uma homenagem que, no novo Villeret Cabo da Roca, se traduz na gravação de uma imagem alusiva ao ponto “onde a terra se acaba e o mar começa” (Luís de Camões em Os Lusíadas) que adorna a massa oscilante desta peça relojoeira, visível através do fundo em vidro de safira.

Blancpain Villeret Cabo da Roca

Disponível numa caixa de 38 mm em ouro rosa, esta edição limitada e numerada, movida por um calibre automático com calendário completo, ostenta um mostrador opalino que exibe, além das indicações de calendário, as fases da Lua.

O artigo Blancpain para o Dia do Pai aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
A 230 km/h na reta da meta https://turbilhao.pt/230-kmh-na-reta-da-meta/ Tue, 11 Oct 2016 14:59:21 +0000 http://turbilhao.esy.es/?p=9715 Os calibres El Primero, com a sua alta frequência de 5 Hz, dominam há quase meio século o mundo dos cronógrafos. As proezas micromecânicas da Zenith aliam-se ao sofisticado mundo dos automóveis vintage. Um casamento de clássicos. Criado em 1967, à beira de comemorar meio século de existência, o Circuito de Jarama, a norte de […]

O artigo A 230 km/h na reta da meta aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

Os calibres El Primero, com a sua alta frequência de 5 Hz, dominam há quase meio século o mundo dos cronógrafos. As proezas micromecânicas da Zenith aliam-se ao sofisticado mundo dos automóveis vintage. Um casamento de clássicos.

Criado em 1967, à beira de comemorar meio século de existência, o Circuito de Jarama, a norte de Madrid, foi palco entre 1968 e 1981 de nove Grandes Prémios de Espanha em Fórmula Um. O seu traçado foi a partir de então considerado demasiado estreito para a categoria rainha do desporto automóvel. Mas, mesmo assim, Jarama é um mundo. A pista, com 3.850 metros, acaba de ser remodelada. E nós andámos por lá. A bordo de um Porsche 911. Conduzidos por um instrutor da Escola ali instalada, demos duas voltas, atingimos os 230 km/hora, fizemos derrapagens controladas em praticamente todas as curvas, tivemos forças de 3 Gs a carregarem sobre o corpo…

JaramaEm Jarama funciona uma das mais completas escolas de condução em pista da Península Ibérica. Ali podem ter-se aulas para melhor dominar uma scooter, um carro de turismo, um SUV, um todo-o-terreno. Em condições de piso seco ou molhado, para tipos de condução normal, avançada ou desportiva. Numa pista à parte, pode ter lições de kart.

E, se os conhecimentos, o dinheiro e a coragem chegarem, Jarama oferece-lhe ainda a possibilidade de conduzir clássicos GT, entre Ferrari, Lamborghini, Porsche…

De qualquer modo, o circuito de Jarama mantém um calendário competitivo, com corridas de carros de turismo, motas, camiões, rally, etc.

Uma das provas do calendário é o Jarama Classic. Assistimos num fim-de-semana de Abril àquilo que foi o primeiro encontro europeu no circuito de provas com carros clássicos, depois de seis meses de pausa, devido ao Inverno. O evento, que teve como anfitrião o Real Automóvel Clube de Espanha, teve uma assistência a rondar os dez mil espectadores.

As várias categorias de clássicos disputaram a Classic Endurance Racing, o Trofeo Nastro Rosso, o Heritage Touring Coup e o Grupo C Racing. Um total de 10 corridas e 186 viaturas em pista.

Com forte presença de pilotos portugueses em todas as categorias, a equipa José e Francisco Albuquerque, num Ford GT40, venceu a prova Historic Endurence.

O calendário de provas com carros clássicos é organizado pela Peter Auto, empresa líder mundial neste segmento e a Zenith tem, desde 2014, uma parceria com ela, passando a estar presente em eventos como Jarama Classic, Mugello Classic, Classic Spa, Grand Prix de l’Age d’Or e Dix Mille Tours. Estivemos em Jarama a convite da Zenith.

03_2046_400_25_C771_AMB01Um relógio vintage

O Zenith El Primero 36.000 VPH Classic Car passa a ser o relógio institucional da marca para todas as parcerias envolvendo carros clássicos. Trata-se de um cronógrafo automático de roda de colunas, com data às 6 horas. Tem o mostrador com efeito “brushed engine”, escala taquimétrica no elo interior da luneta e ostenta três cores evocativas do mundo vintage nos contadores. O calibre El Primero 400B, com a habitual frequência de 5 Hz, tem a massa oscilante decorada com “Côtes de Genève” e uma autonomia de 50 horas. A caixa de 42 mm, é de aço escovado. Tem vidro de safira na frente e no verso e é estanque até 100 metros. A bracelete é de cabedal, com protecção de borracha e triplo fecho de aço.

♦ Saiba mais na edição impressa da Turbilhão

O artigo A 230 km/h na reta da meta aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
Roger Dubuis acelera nas pistas https://turbilhao.pt/roger-dubuis-acelera-nas-pistas/ Sat, 01 Oct 2016 15:39:46 +0000 http://turbilhao.pt/?p=11569/ A Roger Dubuis associou-se à equipa FFF Racing Team, numa aliança onde a paixão comum pela técnica e motores de alta performance augura grandes vitórias. São muitos os denominadores comuns entre o mundo do desporto motorizado e o da alta relojoaria, entre eles a procura incessante pela melhor performance e precisão, assim como a determinação […]

O artigo Roger Dubuis acelera nas pistas aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

A Roger Dubuis associou-se à equipa FFF Racing Team, numa aliança onde a paixão comum pela técnica e motores de alta performance augura grandes vitórias.

São muitos os denominadores comuns entre o mundo do desporto motorizado e o da alta relojoaria, entre eles a procura incessante pela melhor performance e precisão, assim como a determinação de permanecer na pole position. E é nestes valores partilhados que assenta a parceria da Roger Dubuis com a FFF Racing Team.

RacingTeam Partnership Roger Dubuis 2016

Composta tanto por pilotos profissionais como por amadores, a equipa FFF compete na série GT numa panóplia de circuitos de prestígio em todo o mundo, como Ímola ou Le Mans. E foi nas pistas, neste caso no Autódromo do Estoril e no contexto da Le Mans Cup, que a Turbilhão pode constatar ao vivo o sucesso desta parceria da FFF Racing Team com a Roger Dubuis. A presença da manufactura relojoeira é notória, quer no automóvel integralmente vestido com as cores da marca, quer nos fatos dos pilotos ou no paddock, onde a Roger Dubuis e os seus relógios exclusivos se impõem.

Em destaque nesta parceria está também a colecção relojoeira Excalibur, com uma nova edição limitada a apenas oito exemplares do Excalibur Quatuor, com caixa de 48 mm em titânio revestido a DLC preto.

O artigo Roger Dubuis acelera nas pistas aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
Cavalheiros, iniciem os vossos cronógrafos! https://turbilhao.pt/cavalheiros-iniciem-os-vossos-cronografos/ Thu, 15 Sep 2016 15:57:00 +0000 http://turbilhao.esy.es/?p=9732 O circuito de Formula 1 deste ano está ao rubro e, paralelamente às equipas que participam no campeonato do mundo, há um grupo de nomes sonantes da alta relojoaria suíça que acompanha as disputas na prova rainha do desporto automóvel mundial. A associação entre a Formula 1 e a medição do tempo é uma história […]

O artigo Cavalheiros, iniciem os vossos cronógrafos! aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

O circuito de Formula 1 deste ano está ao rubro e, paralelamente às equipas que participam no campeonato do mundo, há um grupo de nomes sonantes da alta relojoaria suíça que acompanha as disputas na prova rainha do desporto automóvel mundial.

A associação entre a Formula 1 e a medição do tempo é uma história tão antiga como a própria modalidade, onde os benefícios de uma aferição incontestada dos tempos medidos e respectivos resultados trouxe uma credibilidade incontestada a este desporto.

Foi o caso do Grande Prémio de Itália de 1971 onde a volta mais rápida atribuída ao piloto da Ferrari, Jacky Ickx, foi devidamente contestada por Michelle Dubosc, a reputada cronometrista da equipa da Matra. Um protesto que levou os directores da prova a atribuir o primeiro lugar da grelha de partida ao piloto da sua scuderia, Chris Amon. No entanto a decisão acabou por não impedir os jornais italianos de manterem as parangonas que davam a pole position ao piloto da casa de Maranello.

Este período, no qual o cronómetro de mão mecânico reinava ainda de forma incontestada, antecedeu a transição para o mais fiável ACIT (Automatic Car Identification Technology) que colocava pequenos transmissores em cada carro e assim identificava com uma precisão de milésimos de segundo qual o carro que realmente tinha atravessado em primeiro lugar a linha da meta.

As pole positions passaram assim a disputar-se à décima de milésima de segundo, e quando em 1967 John Surtees venceu o Grande Prémio de Itália por apenas duas décimas de segundo, e alguns anos mais tarde Elio de Angelis ganhou o Grande Prémio da Austria no seu Lotus por apenas 5 centésimos de segundo, ficou definitivamente selada a relação simbiótica entre o desporto automóvel e a medição do tempo ao seu mais alto nível.

Fernando Alonso on track.Hoje, o sistema usado obedece ao mesmo principio do ACIT, recorrendo a transponders instalados nos carros, mas que agora transmitem dados em tempo real identificando permanentemente a posição de cada carro ao longo do circuito, debitando uma torrente de dados de telemetria que aproxima ainda mais, e em tempo real, os espectadores da acção que decorre sobre a pista.

A Formula 1 mantém-se hoje como um dos eventos desportivos mais comunicados onde a cada final de semana as audiências televisivas se estimam na casa dos 500 milhões de telespectadores em todo o mundo. Não é assim de estranhar que diversas marcas de alta relojoaria sintam uma atracção irresistível que as impele a patrocinar pilotos, equipas, circuitos e mesmo campeonatos.

HANDOUT - For the second consecutive time, the MERCEDES AMG PETRONAS Formula One™ Team has taken the FORMULA ONE Constructors’ World Championship. IWC Schaffhausen has been “Official Engineering Partner” of the Mercedes racing team since 2013 and offers its warmest congratulations on this fantastic team achievement. (PHOTOPRESS/IWC)

Mas apesar de as exigências de precisão terem já ultrapassado em muito as capacidades da relojoaria mecânica, o elo que une estes dois mundos continua a ser relevante e a levar a que diversas marcas queiram associar a sua imagem à das equipas mais relevantes que competem no circuito mundial.

B&R-1Com o arranque do campeonato deste ano no Grande Prémio da Austrália, a grelha de partida relojoeira incluía entre outras a Bell & Ross, que se associa à estreia da equipa francesa da Renault Sports Team com os pilotos Kevin Magnussen e Jolyon Palmer, e a Richard Mille, que parte a bordo dos carros de nada menos que duas equipas: a McLaren Honda de Jenson Button e Fernando Alonso (com quem assinou um contrato válido por uma década) e a HAAS F1 de Romain Grosjain e Esteban Gutierrez. A Richard Mille será mesmo a marca mais em sintonia com o espirito da modalidade, ou não fossem os relógios produzidos pela casa suíça considerados como verdadeiras “máquinas de corrida para o pulso”.

ICWTambém a IWC marca mais uma vez presença no circuito da Formula 1 tendo revalidado para 2016 a associação que tem há já uns bons anos com a competitiva Mercedes AMG Patronas. A casa de Schaffhausen renova a sua ambição de vitórias através dos pilotos Nico Rosberg e Lewis Hamilton, que envergam ambos luvas originais impressas com a imagem de um IWC Big Pilot.

HublotDo lado da “scuderia” mais famosa de todas, a histórica Ferrari, nada de novo. A Hublot dá continuidade à parceria iniciada em 2011 e ambiciona legitimamente a uma época recheada de vitórias.

E não sendo estes os únicos nomes da indústria relojoeira suíça a marcar presença na grelha de partida desta época da Formula 1, eles são indiscutivelmente os nomes que mais probabilidade têm de, prova após prova, acompanhar os respectivos pilotos nas subidas ao pódio.

Para já, é a IWC com a AMG Petronas que leva a dianteira no campeonato de construtores deste ano, seguida pela Hublot com a Ferrari e a Richard Mille com a HAAS em 5º lugar. É caso para dizer, cavalheiros, iniciem os vossos cronógrafos!

O artigo Cavalheiros, iniciem os vossos cronógrafos! aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
A aventura do Photo-Finish https://turbilhao.pt/aventura-do-photo-finish/ Mon, 08 Aug 2016 16:24:01 +0000 http://turbilhao.pt/?p=9856 A linha da meta nos Jogos Olímpicos é um lugar onde a vitória é alcançada e sonhos são conquistados. Há quase 60 anos, a Omega desenvolve continuamente a câmara de photo-finish, para garantir que o momento final de cada corrida seja capturado com indiscutível precisão. Regresse no tempo até 1932, a primeira vez em que […]

O artigo A aventura do Photo-Finish aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

A linha da meta nos Jogos Olímpicos é um lugar onde a vitória é alcançada e sonhos são conquistados. Há quase 60 anos, a Omega desenvolve continuamente a câmara de photo-finish, para garantir que o momento final de cada corrida seja capturado com indiscutível precisão.

Regresse no tempo até 1932, a primeira vez em que a Omega se encarregou das tarefas de cronometragem oficial dos Jogos Olímpicos. Nessa importante ocasião, a marca enviou um único cronometrista da Suíça até Los Angeles, munido de 30 cronógrafos de alta precisão. A longa viagem, feita de comboio, cruzando o Oceano Atlântico de barco e depois atravessando os Estados Unidos, talvez seja um símbolo do comprometimento e determinação que moldaram o legado de cronometragem da Omega. Naquele momento, esse único cronometrista não tinha como saber, mas a sua viagem foi o início de uma história que acabaria por mudar o mundo desportivo. Embora 17 recordes mundiais tenham sido quebrados naquele ano, ainda era uma época em que os atletas tinham de cavar os seus próprios blocos de partida com pequenas pás e as pessoas confiavam no olho humano para julgar todos os resultados. Até mesmo com 30 cronógrafos cronometrando em décimos de segundo, a precisão fiável ainda estava longe.

 

Magic Eye

Salte 16 anos e vá para os Jogos Olímpicos de 1948, marcados por uma viragem fundamental tanto para os cronometristas como para os atletas. A Segunda Guerra Mundial tinha interrompido os Jogos Olímpicos e, quando o evento voltou a ser organizado, foi em Londres que as máquinas começaram a superar os humanos em termos de precisão cronométrica pela primeira vez. A liderar a mudança revolucionária estava a primeira câmara de photo-finish do mundo, conhecida como “Magic Eye” (olho mágico). Esse dispositivo da Omega era capaz de produzir uma imagem revelada em oito minutos e distinguia a diferença entre os desempenhos das medalhas de ouro, prata e bronze com mais precisão do que qualquer outra tecnologia anterior.

Magic Eye

O aparelho utilizado em Londres era uma câmara de imagem estática padrão de 35 mm montada em cima de uma caixa. Em frente à câmara ficava um tambor fixo que projectava o decorrer do tempo. Ao contrário da câmara de alta velocidade, que congela a acção, a câmara de photo-finish foi concebida para registar tudo o que acontece durante um período de tempo num espaço pré-determinado. Esse método de capturar várias “fatias de tempo” permite a criação de uma única fotografia composta que mostra cada atleta na hora em que cruzam a meta. Afinal, esta técnica é muito melhor para localizar exactamente as posições.

Como se fosse o destino, a nova câmara foi imediatamente colocada à prova na histórica final dos 100 m, na qual dois americanos, Harrison Dillard e Barney Ewell, disputaram entre si uma vitória acirrada. Ambos obtiveram o mesmo tempo de 10,3 segundos. Ewell pensou que tinha ganho e até começou a comemorar a vitória. No entanto, após consultarem a imagem de photo-finish, os árbitros designaram Dillard como vencedor e premiaram-no com a medalha de ouro. Embora consternado, Ewell pôde ver a fotografia por si próprio e aceitou dignamente o resultado. É interessante pensar quantas vezes a história do desporto poderia ter sido escrita de outra forma sem esta perícia electrónica.

 

Racend Omega

1948-1Quatro anos após Londres, uma nova geração de câmaras de photo-finish foi apresentada em Helsínquia. A “Magic Eye” melhorada foi rebaptizada de Racend Omega Timer e permitiu que os cronometristas dos Jogos Olímpicos de 1952 registassem tempos em centésimos de segundo. Numa estranha reviravolta, foi novamente a final masculina dos 100 m que necessitou de provas fotográficas para confirmar o resultado. Dessa vez, não eram apenas dois, mas sim os quatro primeiros corredores que eram quase impossíveis de separar. Talvez tenha sido a chegada em massa mais acirrada da história na final dos 100 m olímpicos. Após consultar a imagem, a medalha de ouro foi entregue a Lindy Remigino, dos Estados Unidos, e apenas 0,12 segundos o separavam do atleta que chegou em último. Quase repetindo o que tinha acontecido quatro anos antes, a câmara de photo-finish da Omega entrou em cena quando mais se precisava dela.

A aventura tecnológica da cronometragem foi certamente ganhando fôlego, mas a aventura física estava prestes a seguir um rumo muito distante. Para os Jogos Olímpicos de 1956, a Omega teve de transportar 2475 kg de equipamentos de cronometragem desde a Suíça até Melbourne, na Austrália. As 42 caixas foram expedidas em Agosto, a fim de chegarem a tempo para a abertura em 22 de Novembro. Por sorte, o transporte marítimo também operava com precisão, e todos os mecanismos necessários, incluindo uma nova câmara de photo-finish, chegaram sãos e salvos à Austrália.

Embora fiável, a antiga Racend Omega Timer tinha-se mostrado cara, pesada e difícil de manipular. Também precisava de ser instalada numa câmara escura para que o filme fosse revelado. A Omega superou esses desafios com um dispositivo simplificado que era independente, fácil de carregar e, ainda melhor, equipado com um tanque para revelação instantânea. Oito minutos de espera em 1948 viraram 90 segundos em 1956.

A evolução seguinte do photo-finish foram as versões 1 e 2 da Omega Photosprint – utilizadas respectivamente nos Jogos Olímpicos de 1968 e 1972. Agora, em vez de um tambor giratório posicionado na frente da câmara, o tempo era escrito directamente na fita do filme. Um minuto após a corrida, os cronometristas eram capazes de produzir aquela imagem aumentada de cada atleta a cruzar a linha da meta. Tão avançada, a Omega Photosprint permaneceria em utilização durante as várias décadas seguintes.

 

Scan‘O’vision

No final do século XX, o mundo tinha-se tornado digital. Sem ficar de fora, a câmara de photo-finish também tinha mudado ao longo do tempo. Quando a Omega Scan‘O’Vision foi lançada nos anos 1990, era capaz de medir tempos digitalmente em milésimos de segundo. Em 2008, quando os Jogos Olímpicos foram sediados em Pequim, a nova Scan‘O’Vision Star registava mais de 2.000 imagens por segundo com uma alta resolução de 2.048 pixels. Essa imagem extremamente detalhada permitiu aos árbitros fazer um zoom para a acção ainda mais perto do que antes.

2016-1Assim como qualquer pioneiro em tecnologia de excelência, a Omega é incansável na busca da cronometragem mais exacta possível. É por isso que, em 2016, no Rio, a incomparável Omega Scan‘O’Vision Myria será apresentada pela primeira vez nos Jogos Olímpicos. Uma câmara de photo-finish vermelha que se parece com um olho móvel no céu e pode registrar até 10.000 imagens digitais por segundo, utilizando um dispositivo de alta tecnologia para captura de imagens. Maior sensibilidade à luz significa que as imagens são de melhor qualidade do que nas versões anteriores da câmara de photo-finish, e, graças ao tamanho compacto, demora menos para ser montada e desmontada.

Quando os atletas competirem no Brasil, a Omega Scan‘O’Vision Myria será instalada na meta de corridas de velocidade, de obstáculos e de outros tipos, incluindo ciclismo. No momento decisivo, quando a vitória muitas vezes se dá num piscar de olhos, a imagem de cada atleta será capturada quando ele ou ela cruzar a linha da meta. E o mais importante é que serão essas informações que os árbitros utilizarão para determinar oficialmente o campeão.

Claro que a câmara de photo-finish é apenas uma pequena parcela das contribuições inovadoras da Omega para a cronometragem dos Jogos Olímpicos. A aventura de 84 anos foi marcada por muitos avanços técnicos, das pistas às piscinas. Tendo chegado tão longe, a tarefa agora é imensa e incomparável. Na verdade, antes dos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio, a Omega enviará cerca de 480 cronometristas profissionais e operadores de dados, auxiliados por até mil voluntários locais especialmente treinados, utilizando 450 toneladas de equipamentos, incluindo painéis de resultados para os atletas e o público, quilómetros e quilómetros de cabos e fibra óptica, dezenas de geradores de TV e tecnologia de última geração para cronometragem e operação de dados com relação aos resultados.

Para os atletas propriamente ditos, há hoje um nível satisfatório de confirmação, nível este que continua a crescer a cada ano. O treino intensivo e minucioso irá reduzir-se a uma única tentativa na disputa por uma medalha olímpica. E essa única tentativa pode reduzir-se a um milésimo de segundo. Uma dura vantagem para a qual é preciso preparação. Entretanto, podem pelo menos competir sabendo que o resultado capturado pela Omega Scan‘O’Vision Myria apresentará o padrão mais alto da história numa câmara de photo-finish.

Quando milhares de atletas e os seus animados adeptos viajarem para os primeiros Jogos Olímpicos no Brasil, o momento marcará a 27ª vez que a Omega assume o papel de Cronometrista Oficial do prestigiado evento. Da 1ª à 27ª, a aventura tem sido caracterizada por dedicação, paixão, experimentação e conquista. Mesmo com tanta tradição e experiência deslumbrante nas costas, é incrível pensar que a confirmação da glória ainda se reduzirá a uma única fotografia.

Imagine o que o solitário cronometrista da Omega de 1932 iria pensar sobre isto!

 

Great Olympic Moments In Time

E o que é o desporto, senão uma questão de sincronismo? Aquela fracção de segundo que separa o primeiro do segundo classificado ou então aquele sortudo jogador no lugar certo e na hora certa que marca o golo da vitória, faltando apenas alguns segundos para a partida terminar.

O desporto, em todas as suas diversas formas gloriosas, não é nada sem sincronismo, e, enquanto o mundo olha para o futuro e espera ansiosamente pelos Jogos Olímpicos do Rio de 2016, um novo livro, Great Olympic Moments In Time, volta ao passado para contar a história do estatuto de longa data da Omega como Cronometrista Oficial dos Jogos Olímpicos.

Do inspirador ao incrível, do prodigioso ao comovente, a Omega e os Jogos Olímpicos estiveram inextricavelmente ligados durante 26 edições.

E é isso que faz com que Great Olympic Moments In Time seja um livro admirável e revelador.

Não é apenas um registo histórico detalhado, que traça o papel essencial que a Omega desempenhou para desenvolver a cronometragem de precisão nas edições de Inverno e Verão das Olimpíadas, mas também um relato admiravelmente evocativo de alguns dos momentos mais impressionantes do desporto moderno.

É uma história fascinante, que começa em Los Angeles no ano de 1932, quando a Omega forneceu 30 cronógrafos calibre 1130 que foram utilizados em todos os 14 desportos. Foi uma inovação que mudou a face dos Jogos Olímpicos. Naquele ano, 17 recordes mundiais foram estabelecidos, com novas pontuações em todos os eventos de atletismo e em 10 de 11 disciplinas aquáticas. A cronometragem de precisão tinha chegado para ficar, e as Olimpíadas – e o próprio desporto – nunca mais seriam as mesmas.

Great Olympic Moments In Time inclui lendas olímpicas como Bob Beamon, Carl Lewis e Michael Phelps, além dos avanços revolucionários da cronometragem, que ajudaram a moldar, traçar e registar aqueles momentos que só ocorrem uma vez na vida. É um relato detalhado e surpreendente, franco e exaustivo.

Seamaster_Diver300M_Rio_522.30.41.20.01.001_vertical

No terceiro trimestre deste ano, a Omega estará no Rio para assumir pela 27ª vez o papel de Cronometrista Oficial das Olimpíadas. Hoje, em vez de um homem solitário com 30 cronógrafos, haverá várias centenas de cronometristas profissionais e operadores de dados, com 420 toneladas de equipamentos e quilómetros e quilómetros de cabos. Será completamente diferente de Los Angeles em 1932.

Curioso como os tempos mudam, não é?


[zoomtimeline mode=”mode-oncenter” post_type=”timeline_items” cat=”76″ date_format=”Y” skin=”skin-dark” desc_length=”100″ mode_slider_variation_content_position=”top” order=”desc” order_by=”date” strip_shortcodes=”off” strip_html=”off” circuit_the_timeline=”on” mode_yearslist_start_from_left=”off”]

O artigo A aventura do Photo-Finish aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
Tributo ao futuro https://turbilhao.pt/tributo-ao-futuro/ Sun, 20 Dec 2015 12:07:41 +0000 http://turbilhao.esy.es/?p=1257 No ano em que Angola celebra 40 anos de independência, a Boutique dos Relógios Plus e a Jaquet Droz homenageiam este país lusófono em franco crescimento com uma edição especial e limitada do mítico modelo Grande Seconde. A 11 de Novembro de 1975 foi proclamada a independência da República de Angola. Desde então, o país […]

O artigo Tributo ao futuro aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

No ano em que Angola celebra 40 anos de independência, a Boutique dos Relógios Plus e a Jaquet Droz homenageiam este país lusófono em franco crescimento com uma edição especial e limitada do mítico modelo Grande Seconde.

A 11 de Novembro de 1975 foi proclamada a independência da República de Angola. Desde então, o país mobilizou-se para pôr em funcionamento toda a máquina produtiva, a formação de quadros e um amplo projecto que lhe permitiu granjear prestígio internacional e cujo objectivo é tornar Angola numa sociedade do conhecimento, moderna e aberta ao exterior. Quatro décadas passadas e esta nação lusófona é hoje um país em franco crescimento e cada vez mais cosmopolita.

J007033240_FRONT

Para celebrar esta data marcante na história de uma nação que beneficia de uma privilegiada localização no Oceano Atlântico e abundantes recursos naturais e humanos, fundamental para a construção dos novos horizontes do continente africano, a Boutique dos Relógios Plus e a Jaquet Droz apresentam uma edição exclusiva e limitada a 40 exemplares do Grande Seconde Calendário. Totalmente personalizada para comemorar as quatro décadas da independência de Angola, a nova peça exibe uma caixa de 43 mm em ouro rosa, que emoldura um mostrador Côtes de Genève, construído em dois níveis e com indicações descentradas. Ainda na face do relógio, a ligação àquele país lusófono é visível pelos algarismos IX, 11 e 40 realçados a vermelho e que aludem à data da independência e ao número de anos passados.

J0070332040_BACK_CASE_V2
A relação com Angola estende-se ao verso da caixa desta edição exclusiva Boutique dos Relógios Plus. Aqui, sob o fundo em vidro de safira, é possível observar o movimento automático, com destaque para a massa oscilante em ouro rosa que ostenta uma gravação alusiva à bandeira nacional deste país. Finalmente, e para que possa guardar com pompa e circunstancia esta peça especial, o Jaquet Droz Grande Seconde Calendário integra um estojo exclusivo com uma placa alusiva aos 40 anos de independência e uma lupa para que possa apreciar cada detalhe desta obra de arte relojoeira.

O artigo Tributo ao futuro aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
Homenagem a Vasco da Gama https://turbilhao.pt/homenagem-avasco-da-gama/ Fri, 18 Dec 2015 12:54:50 +0000 http://turbilhao.esy.es/?p=1265 Não é todos os dias que uma marca global se inspira numa figura portuguesa para lançar novos produtos. A Montblanc, reconhecida em todo o mundo, escolheu 2015 para criar uma nova colecção de Alta Relojoaria, a que associou o nome de Vasco da Gama. A descoberta continua… Quando o navegador português Vasco da Gama partiu […]

O artigo Homenagem <br>a Vasco da Gama aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

Não é todos os dias que uma marca global se inspira numa figura portuguesa para lançar novos produtos. A Montblanc, reconhecida em todo o mundo, escolheu 2015 para criar uma nova colecção de Alta Relojoaria, a que associou o nome de Vasco da Gama. A descoberta continua…

Quando o navegador português Vasco da Gama partiu de Lisboa, a 8 de Julho de 1497, ele sabia que iria aventurar-se na exploração de uma parte desconhecida do globo, na busca de um caminho marítimo desde a Europa até à Índia. O objectivo era o acesso às especiarias e outras mercadorias de luxo do oriente, sem passar pelos intermediários árabes, persas, turcos ou venezianos. Sem cartas que o orientassem, Vasca da Gama dependia unicamente da sua experiência e arte de navegar. Com precisão e tendo como auxílio o céu e as suas estrelas, nomeadamente o Cruzeiro do Sul.

2d3adfa8352a656a606912bf6acf7119_XLInspirada nesta figura – cuja viagem ajudou decisivamente à globalização do comércio mundial – a Montblanc lançou recentemente na Cidade do Cabo a sua nova colecção Heritage Chronométrie. Os relógios que a ela pertencem mostram tradição relojoeira – muito através da manufactura Minerva, com mais de 150 anos de história, e que desde há anos pertence ao universo Montblanc. Mas também demonstram modernidade – o departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Montblanc acaba de mudar-se de Le Locle para Villeret, sede histórica Minerva. “Com novos calibres, fabricados in house, e com complicações relojoeiras inéditas, a colecção Heritage Chronométrie reforça a nossa legitimidade relojoeira”, diz-nos o Presidente da Montblanc, Jerôme Lambert.

Vasco da Gama partiu de Lisboa a 8 de Julho de 1497, à frente de uma pequena armada de quatro navios: a nau São Gabriel, a nau São Rafael, a caravela Bérrio e, finalmente, a nau dos mantimentos, sem nome próprio. Nas quatro embarcações seguiriam um total de 148 a 170 pessoas.

A viagem de Vasco da Gama à Índia é o tema da maior obra em língua portuguesa, o poema epopeico d’Os Lusíadas, de Luís Vaz de Camões. A homenagem da Montblanc ao Gama e, com ele, aos navegadores portugueses em geral, visa sublinhar os fracos meios de navegação de que dispunham – sendo o sextante, para determinar a latitude, o mais importante deles, e o nocturlábio um rudimentar processo de ler os céus. Mas numa altura em que a longitude ainda era impossível de determinar com precisão.

montblanc-tourbillon-cylindrique-geosphere-vasco-da-gama-9No hemisfério sul, Vasco da Gama e os outros navegadores usaram o Cruzeiro do Sul como ponto de orientação, aquilo que a estrela polar desempenhava no hemisfério norte. O Cruzeiro do Sul é uma constelação, ou conjunto de estrelas, em forma de cruz avistada pela primeira vez em 1455, na costa da África. Com o início da expansão marítima no Hemisfério Sul, essa constelação tornar-se-ia tão importante como a Estrela do Norte para a orientação dos navios. O céu nocturno do Hemisfério Sul e o Cruzeiro do Sul estão presentes na estética de algumas das peças da nova colecção. “O sucesso da expedição de Vasco da Gama deve ser, em última análise, creditada à sua coragem, determinação, vontade de correr riscos mas, acima de tudo, à sua obsessão com a precisão”, diz-nos Jerôme Lambert.

A armada chegou a 4 de Novembro de 1497 à Baía de Santa Helena, na costa sudoeste de África. Vários dias depois, os navios portugueses fizeram um largo arco à volta do Cabo da Boa Esperança, ancorando a 25 de Novembro em Mosselbaai. Vasco da Gama chegou a Calicute, na costa indiana do Malabar, a 20 de Maio de 1498. Pela primeira vez, era feito, a partir da Europa, o caminho marítimo para a Índia, à volta do sul de África. O mundo estava globalizado.

 

Turbilhão Cilíndrico Geosphères Vasco da Gama

Montblanc-Tourbillon-Cylindrique-Geospheres-Vasco-da-Gama-frontA colecção

Todos os relógios da Heritage Chronométrie obedecem à tradição de complicação relojoeira da manufactura Minerva, adquirida há anos pela Montblanc e hoje totalmente integrada na cadeia de produção da marca. Além disso, as peças Heritage Chronométrie são submetidas a um teste de qualidade de 500 horas, obtendo cada uma um certificado individual. Além disso, todos os relógios desta colecção estão equipados com pulseiras de pele produzidas pela Montblanc Pelleteria, a unidade de produção que a marca mantém em Florença, Itália. Além das peças para o mercado mundial, a Montblanc Portugal lançará, já em 2015, edições limitadas especialmente destinadas ao mercado nacional.

O Montblanc Heritage Chronométrie ExoTurbilhão Cronógrafo Minuto vem equipado com um calibre da manufactura (MB R2309), automático, com um exo-turbilhão com paragem de segundos patenteado. Há ainda uma edição limitada deste modelo, com 60 exemplares, o Montblanc Heritage Chronométrie Exo-Turbilhão Cronógrafo Minuto Vasco Da Gama, equipado com um calibre da manufactura (MB R230), automático, com duplo tambor de corda. A caixa, de ouro branco, tem gravada, no verso, a nau São Gabriel.

Montblanc-Villeret-Tourbillon-Cylindrique-Geospheres-Geosphères-Vasco-Da-Gama-explosion-Perpetuelle-620x990O Montblanc Heritage Chronométrie ExoTurbilhão Cronógrafo Vasco da Gama Edição Limitada 60 é um cronógrafo automático, monobotão, calibre da manufactura (MBR230). Inclui turbilhão de um minuto, com a roda de balanço fora da gaiola (daí o nome “exo”), com sistema de paragem dos segundos. Mostrador de aventurina, representando o céu nocturno no Hemisfério Sul. Caixa de 44 mm, de ouro branco. Edição limitada a 60 exemplares, numa referência à tripulação de 60 homens da nau São Gabriel.

O Montblanc Heritage Chronométrie Calendário Anual Vasco da Gama tem calibre da manufactura (MB 29.18), automático. Trata-se de um calendário anual com fases de lua. A caixa é de 40 mm, de ouro vermelho, com vidro de safira na frente e no verso, onde está gravado o São Gabriel e a assinatura de Vasco da Gama. É certificado pelo Montblanc Laboratory Test 500 e trata-se de uma edição limitada de 238 exemplares.

O Montblanc Heritage Chronométrie Calendário Completo Vasco da Gama tem calibre da manufactura (MB 29.16), automático. É um calendário completo e fases de lua. Tem caixa de 40 mm, de aço, e a nau São Gabriel e a assinatura de Gama gravadas no verso. A Lua está sob fundo azul, com o céu a mostrar o Cruzeiro do Sul.

Montblanc-Tourbillon-Cylindrique-Geospheres-Vasco-da-Gama-Back-black-111675Finalmente, a pièce de résistance da homenagem ao navegador português insere-se na colecção Villeret. Trata-se do Turbilhão Cilíndrico Geosphères Vasco da Gama, uma peça que alia um turbilhão cilíndrico a uma indicação de três horas em locais distintos. Limitada a 18 exemplares, esta peça convida a uma exploração pelo mostrador tridimensional, emoldurado por uma caixa de 47 mm em ouro rosa.

O artigo Homenagem <br>a Vasco da Gama aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
Omega e os Campeonatos Europeus de Atletismo https://turbilhao.pt/omega-e-os-campeonatos-europeus-de-atletismo/ Tue, 15 Dec 2015 13:25:24 +0000 http://turbilhao.esy.es/?p=1276 Entre a experiência do passado e as investigações do futuro, a Omega lidera a cronometria desportiva, introduzindo permanentemente melhoramentos na exactidão das medições nos vários tipos de modalidades. No Atletismo, o seu know-how foi mais uma vez posto à prova, com êxito, em Zurique. Olhando para as pistolas tipo cowboy, para os cronómetros mecânicos ou […]

O artigo Omega e os Campeonatos <br>Europeus de Atletismo aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

Entre a experiência do passado e as investigações do futuro, a Omega lidera a cronometria desportiva, introduzindo permanentemente melhoramentos na exactidão das medições nos vários tipos de modalidades. No Atletismo, o seu know-how foi mais uma vez posto à prova, com êxito, em Zurique.

Olhando para as pistolas tipo cowboy, para os cronómetros mecânicos ou para as primeiras máquinas de registo de tempos, de meados do século passado, ficamos conscientes do que se avançou na cronometria desportiva.

Algumas dessas históricas peças estão no Museu da Omega, em Bienne, mesmo em frente do local onde a manufactura relojoeira suíça existe há mais de 120 anos.

Omegascope_732x1000Todo este material, algum dele bem dos primórdios, aquando das primeiras experiências da Omega no mundo do desporto, contrasta com os circuitos integrados, os poderosos computadores, o sistema laser para photo finish capaz de separar ao milésimo de segundo, o posicionamento GPS dos atletas ou as pistolas tipo Flash Gordon, electrónicas, que agora são usadas para as partidas.

Antes de vermos o passado, tivemos ocasião de viver o presente e perspectivar o futuro, no Estádio Letzigrund, de Zurique, onde decorreram os Campeonatos Europeus de Atletismo e onde a Omega foi mais uma vez cronometrista oficial, tirando partido da experiência neste específico capítulo da contagem de tempos adquirida ao longo de 26 Jogos Olímpicos.
Nenhuma marca relojoeira tem este palmarés.

Toda uma gigantesca parafernália de equipamentos, bem como as centenas de pessoas necessárias à sua manipulação, entre juízes, operadores de computador ou técnicos de comunicações, estão ao serviço do medir o mais rápido, o mais alto, o mais forte. Em tempo real, e para todo o mundo.

O Letzigrund Stadium, com capacidade para 25 mil espectadores, foi assim o palco destes campeonatos, vistos em cobertura televisiva por mais de 370 milhões de pessoas.
A parceria entre a Omega e os Campeonatos Europeus de Atletismo dura desde 2008 e foi recentemente alargada até 2016.

P8134627_732x458Desde 1932, aquando dos Jogos Olímpicos de Los Angeles, que a Omega tem uma relação estreita com as mais diversas competições desportivas internacionais – nesse ano, o Comité Olímpico Internacional escolheu a marca como fornecedor oficial de instrumentos de medição de tempo para os Jogos. Até então, cada árbitro usava, em cada modalidade, o seu próprio relógio cronómetro, sendo os resultados achados através de uma média das medições – já que cada relógio e cada pessoa registam de forma diferente fracções de tempo iguais.

Nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, os 185 cronógrafos a usar no evento foram levados de Bienne até à capital alemã, numa mala, por um relojoeiro da Omega. Numa altura em os atletas corredores ainda cavavam os seus próprios buracos para os pés na linha de partida, com pequenas pás.

No advento dos relógios de quartzo e da electrónica aplicados à cronometria desportiva, a Omega lançava, no final dos anos 1940 um sistema em que os resultados de uma prova aparecessem, logo após o final, num rolo de papel. Estava-se já ao nível dos centésimos de segundo e a Omega era distinguida, em 1952, com a Cruz de Mérito Olímpico.

A Omega usou a célula fotoeléctrica pela primeira vez nos Jogos Olímpicos de Inverno de 1948, em St. Moritz. Portátil e independente da rede eléctrica era resistente à água e podia ser ajustada para resistir a grandes variações de temperatura; a sua tecnologia de infravermelhos era insensível ao sol e aos flashes. Pela primeira vez, o sistema de cronometragem era desencadeado automaticamente quando a porta de partida abria.

Um resultado controverso nos Jogos de Verão de 1960 em Roma, a última competição Olímpica cronometrada pela Omega a ser resolvido por decisão humana, desencadeou a grande inovação seguinte para a piscina: as “placas de contacto”, que só foram consideradas prontas para uso em competição nos Jogos Pan-Americanos de 1967, em Winnipeg.

Inventado em 1961, o Omegascope permitiu introduzir o conceito de ” tempo real” nos eventos desportivos televisionados, ao sobrepor no ecrã números luminosos com o tempo de cada concorrente: revolucionou a cronometragem, não dando margem para erros, e era exibido e transmitido para milhares de telespectadores. Foi usado nos Jogos Olímpicos de Inverno de 1964 em Innsbruck, os primeiros Jogos Olímpicos totalmente electrónicos.
Nunca antes, os telespectadores tinham sido tão completa e rapidamente informados sobre os eventos desportivos a decorrer pelo mundo fora.

A “cronometragem integrada” foi introduzida nos Jogos de Grenoble e da Cidade do México, onde a cronometragem automática e electrónica foi usada pela primeira vez, fornecendo uma análise estatística com os resultados a serem distribuídos aos juízes, treinadores, imprensa, e até certo ponto, o público.

O surgimento da photoprinter assegurou uma maior rapidez e uma mais ampla distribuição dos resultados.

Um resultado controverso nos Jogos de Verão de 1960 em Roma, a última competição Olímpica cronometrada pela Omega a ser resolvido por decisão humana, desencadeou a grande inovação seguinte para a piscina: as “placas de contacto”, que só foram consideradas prontas para uso em competição nos Jogos Pan-Americanos de 1967, em Winnipeg.

Inventado em 1961, o Omegascope permitiu introduzir o conceito de ” tempo real” nos eventos desportivos televisionados, ao sobrepor no ecrã números luminosos com o tempo de cada concorrente: revolucionou a cronometragem, não dando margem para erros, e era exibido e transmitido para milhares de telespectadores. Foi usado nos Jogos Olímpicos de Inverno de 1964 em Innsbruck, os primeiros Jogos Olímpicos totalmente electrónicos. Nunca antes, os telespectadores tinham sido tão completa e rapidamente informados sobre os eventos desportivos a decorrer pelo mundo fora.

A “cronometragem integrada” foi introduzida nos Jogos de Grenoble e da Cidade do México, onde a cronometragem automática e electrónica foi usada pela primeira vez, fornecendo uma análise estatística com os resultados a serem distribuídos aos juízes, treinadores, imprensa, e até certo ponto, o público. O surgimento da photoprinter assegurou uma maior rapidez e uma mais ampla distribuição dos resultados.

A imagem de cada corredor é captada por este dispositivo no momento em que ele ou ela atravessam a linha de meta, aparecendo depois cada um deles na “fotografia” final. Nela, o espaço representado entre cada concorrente equivale ao tempo que os separa, e será o instrumento usado pelos juízes para determinar o vencedor. A linha de chegada tem 50 mm de largura, segundo as normas da IAAF.

Starting-pistol_732x458Quanto aos quadros de três e dois lados situados ao longo da pista e na linha da meta, foram redesenhados e operam com um novo software, que lhes permite mostrar não apenas texto, imagem e informação em tempo real, mas também animações e vídeos. Os ecrãs foram melhorados, tendo agora uma resolução de 16 milhões de pontos de cor. Os nomes dos vencedores, os resultados e as bandeiras dos países respectivos aparecem de imediato.

Os blocos de partida estão equipados com sensores de pressão, que medem a força dos sapatos dos atletas 4 mil vezes por segundo. No caso de falsa partida, o sistema de detecção envia instantaneamente as medições de pressão para um computador que está na pista, permitindo a comunicação imediata com os juízes e dizer quem foi responsável. Os Campeonatos de Zurique estrearam este sistema.

As regras da International Association of Athletics Federations (IAAF) fixam o tempo mínimo de reacção psicológica em 100 milissegundos (um décimo de segundo). Qualquer reacção que ocorra abaixo desse limite é considerada prematura e coloca o corredor numa situação de falsa partida.

Uma das imagens mais impactantes em corridas de atletismo é a pistola para o tiro de partida. Nos Jogos de Inverno de Vancouver, em 2010, a pistola (de pólvora seca, primeiro, accionando um circuito eléctrico, depois) foi substituída por um objecto futurista, vermelho vivo – um disparo de flash e uma caixa geradora de som fazem as vezes da arma até então utilizada.

A pistola Omega é accionada por um juiz e três coisas acontecem simultaneamente: ouve-se um som de disparo, um flash de luz é emitido e é accionado um contador de tempos. Ao pressionar de novo o gatilho, desde que no espaço de dois segundos, uma falsa partida é audivelmente assinalada. Os sons podem ser mudados e descarregados através de computador.

Tal como se passava com as pistolas de pólvora seca, o som é reproduzido por altifalantes perto de cada concorrente, garantindo que todos ouvem o sinal ao mesmo tempo.

Alguns dos atletas têm transponders, que emitem para o sistema. Nas maratonas, por exemplo, esses transponders estão num dos ténis. Objectos pequenos e leves, estes aparelhos electrónicos recebem e respondem a sinais rádio. Durante a corrida, os corredores passam por uma rede de antenas, ao longo da maratona, activando os transponders, fornecendo assim tempos parciais.

P8124535_732x458Ainda segundo as normas IAAF, as provas de velocidade e de salto não podem realizar-se com vento superior a mais de 2 metros por segundo. A Omega fornece também os medidores de vento.
Mas até o prosaico e manualmente accionado sino, indicando a última volta nas provas de fundo e meio fundo, ostenta o símbolo Omega no seu sólido corpo de bronze. Há coisas que não mudam…

*Divisa olímpica, significando “mais rápido, mais alto, mais forte”


SP56_Co-Axial-Chronograph_732x1000Omega Speedmaster Moonwatch Co-Axial Chronograph

Um cronógrafo bem capaz de medir tempos desportivos: lançado há mais de meio século, este é um dos modelos mais perenes e significativos da história da relojoaria.
A versão mais recente tem caixa de 44,25 mm, de aço, com mostrador negro. Tem horas, minutos e ponteiros dos segundos do cronógrafo ao centro, além de dois submostradores – um de acumulador de 12 horas e de 60 minutos e outro com o ponteiro dos segundos. Vidro de safira na frente e no verso.
Cronógrafo automático de roda de colunas e embraiagem vertical, tem espiral de silício e dois tambores de corda, para 60 horas de autonomia, Vem equipado com o calibre 9300, co-axial, o primeiro da manufactura a incorporar um módulo de cronógrafo. É cronómetro certificado COSC.

O artigo Omega e os Campeonatos <br>Europeus de Atletismo aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>
IWC e Charles Darwin Foundation https://turbilhao.pt/iwc-e-charles-darwin-foundation/ Fri, 20 Nov 2015 14:27:10 +0000 http://turbilhao.esy.es/?p=1298 Situado no Oceano Pacifico, a cerca de 1000 km do continente sul-americano, o arquipélago das Galápagos é frequentemente apelidado de um museu vivo único no mundo, uma espécie de expositor da evolução. De facto, localizadas na confluência de três correntes oceânicas, estas 19 ilhas e a reserva marinha que as rodeia são o ponto de […]

O artigo IWC e Charles Darwin <br>Foundation aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>

Situado no Oceano Pacifico, a cerca de 1000 km do continente sul-americano, o arquipélago das Galápagos é frequentemente apelidado de um museu vivo único no mundo, uma espécie de expositor da evolução.

De facto, localizadas na confluência de três correntes oceânicas, estas 19 ilhas e a reserva marinha que as rodeia são o ponto de encontro de inúmeras espécies que, devido ao isolamento extremo do arquipélago, se desenvolveram de forma diferenciada.

As Galápagos são assim a casa de animais e plantas que não existem em mais nenhuma parte do mundo, como por exemplo as tartarugas gigantes, as igua­nas marinhas ou os famosos tentilhões de Darwin. Também as águas à volta das ilhas se caracterizam por uma vida especialmente intensa. Um paraíso para baleias e tubarões das Galápagos, leões-marinhos, pinguins e mantas raias. Este desenvolvimento de vida animal distinta inspirou a teoria da evolução por selecção natural de Charles Darwin.

Consciência ambiental

Nos últimos 55 anos, a responsabilidade pela protecção e conservação do arquipélago tem estado nas mãos da Fundação Charles Darwin que, desde 1964, aí possui uma estação de pesquisa que hoje é a base para mais de 100 cientistas, estudantes, professores e voluntários de todo o mundo.

Estes investigam a flora e fauna autóctones das ilhas e procuram prevenir que este ecossistema único seja irreparavelmente danificado por plantas e espécies animais invasivas, povoamento humano, turismo e pesca ilegal.

Apesar de toda a atenção, o ecossistema do arquipélago está constantemente em risco devido a um meio envolvente em constante mudança. Sensível aos esforços que têm sido feitos para conservar as Galápagos, em 2009, ano que marcou o 200.º aniversário do nascimento do autor de “A Origem das Espécies”, a IWC assumiu-se como parceira da Fundação Charles Darwin, angariando fundos para a pesquisa da organização e colaborando em inúmeros eventos com o intuito de consciencializar o público para os ecossistemas únicos e frágeis do arquipélago.

Aquatimer Expedition Charles Darwin
Aquatimer Expedition Charles Darwin

Em 2014, ano que a IWC dedica à família Aquatimer, as Galápagos, o naturalista e a Fundação Charles Darwin voltam a estar no cerne da colecção de relógios da manufactura, com esta a dedicar-lhes três relógios especiais: Aquatimer Cronógrafo Edição “Expedition Charles Darwin”, Aquatimer Cronógrafo Edição “50 Years Science for Galapagos” e Aquatimer Cronógrafo Edição “Galapagos Islands”. O primeiro, dedicado à histórica expedição de Charles Darwin ao arquipélago, apresenta-se com uma caixa inédita em bronze, numa alusão ao navio HMS Beagle.

WC Aquatimer Chronograph Edition Expedition Charles Darwin

A edição especial Aquatimer Cronógrafo Edição “50 Years Science for Galapagos”, limitada a quinhentos exemplares, celebra, por seu lado, o 50.º aniversário da Estação Científica Charles Darwin. Equipado com o calibre de manufactura IWC 89365, sistema SafeDive e função flyback, este cronógrafo é estanque até 300 metros e apresenta uma série de características concebidas para o mergulho.

IWC Aquatimer Chronograph Edition Galapagos Islands

O revestimento da caixa de aço com borracha preta mate é uma característica do Aquatimer Cronógrafo Edição “Galapagos Islands”. Esta edição especial, não limitada, tributo à parceria estabelecida em 2009 entre a IWC e a Fundação Charles Darwin, é em tudo semelhante ao modelo “50 Years Science for Galapagos”, divergindo apenas nas cores dos pormenores do mostrador e na gravação presente no fundo da caixa.

À semelhança de anos anteriores e de outras edições especiais IWC dedicadas ao arquipélago, parte do valor das vendas destes dois modelos revertem a favor da Fundação Charles Darwin e, por conseguinte, do fascinante mundo das Galápagos.

Saiba mais na edição impressa da Turbilhão

O artigo IWC e Charles Darwin <br>Foundation aparece primeiro no Revista Turbilhão.

]]>