Eventos – Revista Turbilhão https://turbilhao.pt A Arte de Viver o Tempo Mon, 30 Dec 2019 17:07:25 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.4.1 Tempo para celebrar o Natal https://turbilhao.pt/tempo-para-celebrar-o-natal/ Tue, 17 Dec 2019 18:01:00 +0000 https://turbilhao.pt/?p=22261 O Natal está à porta e, com ele, a azáfama dos presentes. Ainda não sabe o que oferecer àquele amigo ou familiar especial? Não se preocupe. A revista Turbilhão fez uma selecção de peças do tempo para o ajudar na escolha. Entre modelos automáticos, cronógrafos, GMTs, peças clássicas e desportivas, não há desculpas. Fique atento, […]

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O Natal está à porta e, com ele, a azáfama dos presentes. Ainda não sabe o que oferecer àquele amigo ou familiar especial? Não se preocupe. A revista Turbilhão fez uma selecção de peças do tempo para o ajudar na escolha. Entre modelos automáticos, cronógrafos, GMTs, peças clássicas e desportivas, não há desculpas. Fique atento, o relógio ideal para oferecer neste Natal pode estar aqui.

Breguet Classique 5395

Aliando a mais emblemática de todas as invenções Breguet – o turbilhão – a uma arquitectura esqueletizada única, a marca suíça dá vida ao novo Classique Turbilhão Extraplano Esqueleto 5395. Um modelo que utiliza o calibre extrafino 581, mas despindo-o de cerca de 50 por cento do seu material.

Breguet Marine


A linha Marine da Breguet, concebida originalmente em 1990 segundo o conceito do designer Jorg Hysek, sofreu uma reformulação estética em 2017, e apresenta-se este ano reforçada por três novos modelos cujas características técnicas e estéticas marcantes contrastam com a manifesta humildade com que a Breguet comunica esta colecção.

Breguet Marine Lady


A nova colecção feminina Breguet Marine é uma celebração do mundo marítimo. Para o mostrador, os artesãos da Breguet criaram um design único que evoca o mar ao bater na costa. Esse padrão, chamado marea, ou maré, incorpora curvas. Em contraste com o clássico guilloché, que consiste em linhas rectas e círculos, as curvas deste design capturam o movimento natural da água.

Breitling Aviator 8 B01 Cronógrafo

O Aviator 8 B01 Cronógrafo 43 é alimentado pelo calibre de manufactura Breitling 01. O relógio automático possui um cronógrafo de roda de catraca com acoplamento vertical e uma reserva de marcha de mais de 70 horas. O mostrador apresenta contadores de 30 minutos e 12 horas, além de uma janela de data. O Aviator 8 B01 Cronógrafo 43, está disponível em aço com mostrador preto ou azul, ou em ouro vermelho com mostrador em bronze. Apresentado numa pulseira em aço ou em pele de crocodilo, o cronógrafo com certificação COSC apresenta um fundo em vidro de safira transparente.

Bulgari Serpenti Seduttori

Born to be gold é o mote do novo Bulgari Serpenti Seduttori. Com um novo design, que preserva a icónica caixa em forma de gota – estética que advém do modelo Serpenti Tubogas -, coroada por diamantes, os novos Seduttori declinam-se numa colecção que oferece modelos exclusivamente em ouro: rosa, amarelo, branco e pavé de diamantes.

Cartier Panthère

Ao mesmo tempo relógio e jóia, o Panthère de Cartier encerra um dos designs mais emblemáticos da Maison. Nascido nos anos oitenta e mais contemporâneo do que nunca, este modelo foi revisitado pela Cartier em 2017, apresentando-se numa panóplia de tamanhos e materiais, mantendo a elegante caixa quadrada com cantos arredondados.

Hublot Big Bang Unico Titânio

O Hublot Big Bang Unico Cronógrafo destaca-se pela caixa de 45 mm em titânio, que emoldura um mostrador esqueletizado, onde o tempo é exibido através de três ponteiros revestidos a ródio, índices e numerais árabes luminescentes. Ainda na face deste modelo, destaque para o anel exterior preto, marcado através de índices e numerais, e para os dois sub-mostradores, às 3h e 9h.

O toque final neste Hublot Big Bang Unico Cronógrafo é dado pela correia de borracha preta, com fecho de báscula em titânio.

Hublot Big Bang Unico Cronógrafo WBC

Para comemorar a parceria da Hublot com o WBC – Conselho Mundial de Boxe -, a marca de relojoaria suíça criou o Big Bang Unico Cronógrafo WBC. Um modelo com correia em pele de crocodilo verde, que encarna o design exclusivo do emblemático cinto do campeonato, o mais alto reconhecimento que pode ser dado a um boxeador.

A caixa deste Hublot Big Bang Unico Cronógrafo WBC surge também em verde, produzida em cerâmica polida, e emoldura um mostrador esqueletizado.

IWC Pilot Spitfire Automático

O design do IWC Pilot Spitfire Automático é inspirado no design purista do Mark 11. O icónico relógio de navegação foi produzido em Schaffhausen para a Royal Air Force, em 1948 e foi usado por muitos dos pilotos e navegadores que serviam na época.

Este modelo de três ponteiros surge com uma caixa de 39 mm em aço, com fundo gravado com a imagem de um Spitfire, mostrador preto e correia de tecido verde.

A dar vida a este Pilot Spitfire está o calibre automático de manufactura IWC 32110, integrado na colecção Pilot pela primeira vez, cujo sistema de corda de lingueta dá corda em ambos os sentidos e garante uma reserva de marcha de 72 horas.

IWC Portugieser Calendário Perpétuo

A exibição das fases da lua no IWC Portugieser Calendário Perpétuo diverge apenas 1 dia em 577,5 anos da fase real da lua. Este relógio elegante está equipado com recursos como um calendário perpétuo, uma janela que mostra o ano em quatro dígitos e um movimento automático de 7 dias com corda Pellaton.

Os quatro submostradores no mostrador em cor ardósia exibem as fases da lua, a data, o mês e o dia, a reserva de marcha e os pequenos segundos. O IWC Portugieser Calendário Perpétuo é alimentado por um movimento de manufactura da família do calibre 52000, com rotor em ouro e parafusos azuis.

Disponível com caixa em ouro branco, este modelo é acompanhado por uma correia em pele de crocodilo preta.

Omega Constellation Manhattan

A Omega revisita e actualiza o Constellation Manhattan, mantendo, no essencial, as quatro características base do relógio, mas conferindo-lhes um look mais moderno e leve. Assim, a luneta – engastada com diamantes ou com numerais romanos – é agora mais fina para outorgar uma maior amplitude ao mostrador e as “garras” foram reduzidas e integradas de forma mais suave na caixa.

O design da coroa foi também reformulado, com cada um dos entalhes a assumir a forma de uma pequena meia-lua, de forma a ecoar as facetas da caixa. Além disso, o fecho da pulseira disponibiliza um alargamento ajustável, que permite aumentar o tamanho da mesma em cerca de 2 mm, por forma a colmatar as flutuações no diâmetro do pulso ao longo do dia.

Finalmente, os ponteiros foram actualizados e assumem a forma de uma folha esqueletizada e, no que aos índices diz respeito, alguns modelos possuem índices inspirados no horizonte de Manhattan, com destaque para as facetas triangulares da Freedom Tower, enquanto outros possuem diamantes redondos como índices.

O novo Constellation Manhattan está disponível em ouro Sedna, ouro amarelo, aço e modelos de dois tons (aço/ouro Sedna ou aço/ouro amarelo), em três tamanhos diferentes, 25mm, 28mm e 29mm – sendo os dois primeiros equipados com movimentos de quartzo, enquanto o modelo de 29 mm alberga os calibres Master Chronometer 8700 ou 8701 – e sete cores de mostrador.

Omega Speedmaster Moonwatch

O Speedmaster é um dos relógios da Omega mais simbólicos. Tendo participado em todas as seis missões lunares, o lendário Speedmaster representa o espírito aventureiro pioneiro da marca.

Este Omega Speedmaster Professional “Moonwatch” exibe um mostrador preto protegido por um vidro hesalite e embelezado por um pequeno submostrador de segundos, um contador de 30 minutos e um contador de 12 horas, juntamente com um ponteiro de cronógrafo central. A escala taquimétrica preta assenta numa caixa de 42 mm em aço inoxidável e apresenta-se com uma pulseira a condizer.

No coração deste cronógrafo está o calibre mecânico 1861 da Omega, o lendário movimento de corda manual que foi usado na Lua. Este relógio é disponibilizado com um estojo especial Moonwatch, que contém uma bracelete “NATO”, uma bracelete para astronautas, uma ferramenta para mudar a bracelete e um livro que descreve as aventuras do Speedmaster.

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Ao ritmo da era dourada da música https://turbilhao.pt/vacheron-constantin-ao-ritmo-da-musica/ Tue, 19 Mar 2019 13:55:17 +0000 https://turbilhao.pt/?p=18611 Londres foi o palco escolhido pela Vacheron Constantin para o lançamento oficial da colecção Fiftysix. Em terras de Sua Majestade, a marca de alta relojoaria proporcionou experiências inesquecíveis aos convidados, transportando-os para o universo da música dos anos cinquenta e sessenta, em consonância com a nova campanha de comunicação da Maison: One of not many. […]

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Londres foi o palco escolhido pela Vacheron Constantin para o lançamento oficial da colecção Fiftysix. Em terras de Sua Majestade, a marca de alta relojoaria proporcionou experiências inesquecíveis aos convidados, transportando-os para o universo da música dos anos cinquenta e sessenta, em consonância com a nova campanha de comunicação da Maison: One of not many.

O evento organizado pela Vacheron Constantin, em Londres, não poderia ter feito mais jus à nova assinatura da marca, One of not many. Durante três dias, 150 convidados, entre coleccionadores e jornalistas internacionais, tiveram oportunidade de mergulhar no universo Fiftysix, ao fazerem parte de uma variedade de actividades criativas, incluindo aulas de bartitsu, piano ou fotografia, pesquisa de vinis no Soho ou a oportunidade de explorar os locais das produções fotográficas das capas dos mais famosos álbuns dos Pink Floyd ou David Bowie. Este conjunto de experiências foi ainda elevado por uma noite resolutamente londrina, no altamente exclusivo clube privado em Mayfar, Loulou’s.

Mas, o momento apoteótico desta visita a Londres ainda estava para vir. Os Estúdios Abbey Road receberam os convidados da Vacheron Constantin para o lançamento oficial da colecção Fifysix. Aqui, no lugar onde artistas como os Beatles, Radiohead ou Kanye West gravaram músicas e álbuns lendários, foi ainda apresentada a parceria entre a Maison e o mítico estúdio. Assente na perícia de ambos nos seus respectivos sectores e na paixão partilhada pela inovação, qualidade e excelência, esta aliança combina alta relojoaria e engenharia sonoplástica.

Foi também em Abbey Road que Benjamin Clementine, músico britânico e  um dos protagonistas da campanha de comunicação da Vacheron Constantin, gravou Eternity, uma faixa inspirada e co-produzida pela marca de alta relojoaria e pelo lendário estúdio. Sentado ao piano e apoiado por cinco instrumentos de corda, Clementine brindou os presentes neste momento “one of not many” com um concerto exclusivo em Abbey Road, durante um jantar de gala.

 

Turbilhão Fiftysix

O SIHH de 2018 viu a Vacheron Constantin apresentar a colecção Fiftysix, um conjunto diversificado de peças de inspiração vintage da era dourada do design. Como o nome sugere, a linha celebra um modelo originalmente lançado em 1956, um dos primeiros da marca a ser equipado com um movimento automático, numa época em que a maioria dos relógios de pulso eram ainda manuais. As asas facetadas e a caixa eram inspiradas pela forma do logotipo da Maison, a Cruz de Malta.

 

Coincidindo com o lançamento oficial da colecção  Fiftysix, em Londres, a Vacheron Constantin adicionou um novo membro a esta linha: o Turbilhão. Com um design muito semelhante aos outros modelos da colecção, o novo diferencia-se ao exibir um turbilhão XXL às 6h.

O Fiftysix Turbilhão está equipado com um novo movimento, o calibre 2160, ultrafino, automático, com rotor periférico e 80 horas de reserva de marcha. Como em todos os turbilhões da marca, a gaiola que equipa o novo modelo é totalmente acabada à mão. O toque final é dado pela caixa de 41 mm em ouro rosa, acompanhada por uma correia em pele de crocodilo castanha.

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Cindy Crawford inaugura primeira Boutique Omega em Portugal https://turbilhao.pt/cindy-crawford-omega-lisboa/ Thu, 14 Mar 2019 16:13:14 +0000 https://turbilhao.pt/?p=19552 A marca suíça de alta relojoaria Omega celebrou a abertura oficial da sua primeira Boutique em Portugal, numa cerimónia que contou com a presença da supermodelo Cindy Crawford, embaixadora da marca há vários anos. A primeira Boutique Omega em Portugal, localizada na Av. da Liberdade, a principal artéria do comércio de luxo e lifestyle da […]

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A marca suíça de alta relojoaria Omega celebrou a abertura oficial da sua primeira Boutique em Portugal, numa cerimónia que contou com a presença da supermodelo Cindy Crawford, embaixadora da marca há vários anos.

A primeira Boutique Omega em Portugal, localizada na Av. da Liberdade, a principal artéria do comércio de luxo e lifestyle da capital portuguesa, abriu as portas ao público no final de 2018, e veio reforçar a posição e a aposta da marca no mercado nacional. Esta abertura foi agora celebrada com uma cerimónia de inauguração oficial, com corte de fita, que contou com as presenças de Cindy Crawford, embaixadora Omega desde 1995, Jean-Pascal Perret, VP for Communications and PR da Omega, e David Kolinski, administrador da Tempus Internacional, grupo representante da marca em Portugal.

Cindy Crawford referiu-se com entusiasmo à cidade de Lisboa e à sua ligação com a marca: “Representar a Omega tem sido uma aventura incrível desde o primeiro momento. Adoro fazer parte desta família, e é um verdadeiro prazer estar presente nesta linda cidade para celebrar a abertura oficial deste novo espaço que, estou certa, fará as delícias dos apaixonados da marca em Portugal.” Já Jean-Pascal Perret, VP for Communications and PR da Omega, afirmou que “a abertura da primeira Boutique em Lisboa vem responder ao entusiasmo que a nossa marca tem gerado ao longo dos anos no mercado português. E mostra que a qualidade e a inovação dos nossos relógios encontram uma audiência portuguesa cada vez mais conhecedora e interessada,”.

David Kolinski, administrador da Tempus Internacional, afirmou: “A nossa ligação com a Omega remonta a 1995, uma ligação com mais de duas décadas que nos enche de orgulho. O sucesso da marca em Portugal ao longo destes anos foi construído em parceria com um público entusiasta da alta relojoaria, e é com um prazer renovado diariamente que o continuamos a fazer. Este espaço, que queremos tornar uma referência da relojoaria em Portugal, é um testemunho a este espírito de parceria”.

Durante a tarde, Cindy Crawford teve oportunidade de conhecer um pouco melhor a cidade de Lisboa, na companhia de Cláudia Vieira, a cara da Omega em Portugal, que também esteve presente na cerimónia de inauguração oficial da Boutique.

Além da inauguração oficial da Boutique, a Omega celebrou também esta ocasião especial com um jantar, que contou com a presença de diversas figuras públicas e convidados da marca, como Cláudia Vieira, Kelly Bailey, Jorge Corrula, Patrícia Mamona, Raquel Prates, Ione Omena, Marco D’Santo, Liliana Campos, Eduardo Salvio e Magali Aravena, entre outros.

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Tempo para o Pai https://turbilhao.pt/tempo-para-o-pai-2/ Mon, 11 Mar 2019 17:47:12 +0000 https://turbilhao.pt/?p=19510 O Dia do Pai aproxima-se e não sabe o que lhe há-de oferecer? Não se preocupe. A revista Turbilhão fez uma selecção de peças do tempo para o ajudar na escolha. Entre modelos automáticos, cronógrafos, GMTs, peças clássicas e desportivas, não há desculpas. Fique atento, o relógio ideal para o seu Pai pode estar aqui. […]

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O Dia do Pai aproxima-se e não sabe o que lhe há-de oferecer? Não se preocupe. A revista Turbilhão fez uma selecção de peças do tempo para o ajudar na escolha. Entre modelos automáticos, cronógrafos, GMTs, peças clássicas e desportivas, não há desculpas. Fique atento, o relógio ideal para o seu Pai pode estar aqui.

Blancpain Fifty Fathoms Bathyscaphe

Estanque até 300 metros, este modelo está equipado com uma luneta unidireccional e um marcador luminescente, um ponto de referência para os mergulhadores que se alia ao ponteiro dos minutos para definir o inicio de um determinado tempo de mergulho. O Fifty Fathoms Bathyscaphe bate ao ritmo do calibre automático 1150, com dois tambores de corda, que proporciona 100 horas de autonomia. Este movimento está equipado com uma espiral de silício.

Breguet Marine


O Marine 5517, com caixa de 40 mm, está disponível em ouro branco, rosa ou amarelo, e também em titânio, uma opção que leva em consideração as excelentes propriedades de resistência à corrosão deste metal. Os mostradores, trabalhados com um padrão guilhoché ondulado, assentam o carácter náutico do modelo, num espírito que se repete no verso, cuja transparência revela a presença de uma massa oscilante em forma de roda de leme a encimar o calibre 777A, com 55 horas de autonomia e 4 Hz de frequência de oscilação.

Bulgari Bvlgari-Bvlgari


O Bvlgari-Bvlgari apresenta-se com um movimento mecânico de manufactura, corda automática e data, caixa de aço inoxidável com tratamento DLC preto e luneta gravada com logótipo duplo. O visual all-black continua no mostrador – apenas quebrado pelos numerais, índices e ponteiros dourados – e na pulseira de borracha preta.

Glashütte Original Panorama Date

A nova versão em aço do Senator Cronógrafo Panorama Date apresenta-se com detalhes em preto profundo. À noite, os ponteiros das horas, minutos e segundos, índices e os numerais 6 e 12 iluminam-se, graças à SuperLumiNova. Com um design que replica a característica simetria da linha Senator, a exibição dos contadores do cronógrafo e dos pequenos segundos é complementada pela indicação da reserva de marcha e pela Data Panorama, assinatura da marca. Disponível numa caixa de 42 mm, o novo modelo é animado pelo movimento automático, calibre 37-01, com cronógrafo flyback de roda de colunas.

Hublot Classic Fusion

O Classic Fusion da Hublot apresenta-se num verde azeitona que veste o mostrador e a pulseira em pele de crocodilo. A caixa deste modelo surge em titânio, com 45 mm e estanque até uma profundidade de 50 metros, e o fundo em vidro de safira revela o movimento automático HUB1143.

IWC Pilot Mark XVIII Edição Le Petit Prince

O relógio Pilot Mark XVIII Edição “Le Petit Prince” é um modelo de edição especial dedicado ao Principezinho de Antoine de Saint-Exupéry. Tanto na forma como na função, este IWC reflecte o ideal estabelecido pelos clássicos relógios de piloto. É o caso do mostrador reduzido ao essencial, onde a legibilidade é uma prioridade máxima. Este modelo, resistente à água até 6 bar, é movido pelo calibre automático 30110, com uma reserva de marcha de 42 horas, e protegido contra a influência de campos magnéticos por uma caixa interna de ferro macio. O mostrador azul noite e a correia castanha em pele Santoni dão o toque final a esta peça do tempo.

Jaquet Droz Grande Seconde Quantième

O Jaquet Droz Grande Seconde Quantième apresenta-se numa caixa em aço, que emoldura um mostrador cinzento antracite com ponteiros, marcadores e índices em ouro branco. Na parte superior do mostrador são exibidas as horas e minutos, enquanto na parte inferior surge a indicação dos segundos e da data. Este modelo é alimentado pelo calibre automático 2660Q2.P, com mola de balanço e terminais das palhetas em silício, uma frequência de 28.800 alt/h e 68 horas de reserva de marcha

Montblanc Heritage Chronométrie Dual Time


O Montblanc Heritage Chronométrie Dual Time indica a hora local e a hora de casa de forma intuitiva e fácil de usar. Um submostrador de 24 horas, às 12h indica se é noite ou dia na hora de casa. Ao viajar, a hora local – exibida através de um ponteiro revestido a ródio – pode ser facilmente ajustada em saltos de uma hora e em ambas as direcções. Apresentado numa caixa de 41 mm em aço, este modelo Montblanc é movido por um calibre automático.

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Sugestões Omega para o Dia dos Namorados https://turbilhao.pt/sugestoes-omega-dia-dos-namorados/ Thu, 08 Feb 2018 12:06:05 +0000 https://turbilhao.pt/?p=16242 Para o próximo Dia dos Namorados, a Omega sugere dois modelos Speedmaster. Para ela, o relógio Speedmaster ˝Cappucino˝; para ele, o modelo Racing. Para surpreender a sua cara metade no dia de S. Valentim, a Omega deixa-lhe duas sugestões que prometem assinalar de forma especial o dia da celebração do amor. Para pulsos femininos, a […]

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Para o próximo Dia dos Namorados, a Omega sugere dois modelos Speedmaster. Para ela, o relógio Speedmaster ˝Cappucino˝; para ele, o modelo Racing.

Para surpreender a sua cara metade no dia de S. Valentim, a Omega deixa-lhe duas sugestões que prometem assinalar de forma especial o dia da celebração do amor. Para pulsos femininos, a escolha recai no relógio Speedmaster ˝Cappucino˝, um modelo de tons quentes com caixa em aço e ouro Sedna™, luneta em ouro e escala taquimétrica no aro castanho em alumínio.

O mostrador do “Cappucino” inclui sub-mostradores ovais horizontais castanhos e uma janela de data oval vertical, localizada às 6h. Os índices e ponteiros são em ouro Sedna™ revestidos a Super-LumiNova branca no ponteiro das horas, minutos e segundos do cronógrafo. Este relógio possui ainda uma correia em pele castanha-acinzentada, um medalhão do Cavalo-Marinho no fundo de caixa, e é alimentado pelo calibre Omega Co-Axial 3330.

Speedmaster Racing

 

Para ele, a Omega sugere o Speedmaster Racing. Trata-se de um modelo com caixa e bracelete em aço e uma luneta em cerâmica preta, que inclui uma escala taquimétrica em Liquidmetal™. O mostrador desta peça do tempo exibe o inconfundível mostrador “racing” que dá nome ao relógio, bem como dois sub-mostradores com anéis aplicados escurecidos e uma janela de data localizada às 6h. Este relógio é alimentado pelo calibre Omega Co-Axial Master Chronometer 9900, certificado pelo METAS.

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60 anos de Speedmaster em Lisboa https://turbilhao.pt/60-anos-de-speedmaster-em-lisboa/ Tue, 18 Apr 2017 16:37:21 +0000 http://turbilhao.pt/?p=13492/ A Omega e a Boutique dos Relógios Plus celebram hoje, em Lisboa, o 60.º Aniversário do mítico Speedmaster. A Boutique dos Relógios Plus Art, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, foi o palco escolhido pela Omega para celebrar os 60 anos de um dos modelos mais icónicos da marca: o Speedmaster. As comemorações tiveram inicio […]

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A Omega e a Boutique dos Relógios Plus celebram hoje, em Lisboa, o 60.º Aniversário do mítico Speedmaster.

A Boutique dos Relógios Plus Art, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, foi o palco escolhido pela Omega para celebrar os 60 anos de um dos modelos mais icónicos da marca: o Speedmaster. As comemorações tiveram inicio pela manhã e culminarão num evento preparado para descolar ao final da tarde.

Mundialmente (re)conhecido como Moonwatch, dada a indissociável ligação deste modelo à Lua, a relação do Speedmaster com este astro é, ao mesmo tempo, romântica e heróica. O único relógio de pulso a passar com distinção a bateria de testes imposta pela NASA e também o único oficialmente certificado por aquele organismo para integrar as missões espaciais iria justificar a confiança nele depositada ao ser o responsável por trazer de volta à Terra a tripulação da acidentada Apollo XIII. (Saiba mais sobre a história do Speedmaster aqui).

Speedmaster

Como tal, a celebração do aniversário deste modelo mítico não poderia passar despercebida. Lisboa foi um dos palcos eleitos para as comemorações e a Boutique dos Relógios Plus Art transformou-se numa espécie de cápsula do tempo Speedmaster para as acolher. Vestido a rigor para a ocasião, o espaço convida a, mais do que uma viagem pela história do icónico modelo, uma expedição ao universo da NASA, com direito a provar comida de astronauta, e, claro, à Lua.

Uma vez dentro desta cápsula espaço temporal, e depois de admirar a exposição que nos recebe no andar de baixo, fomos convidados a subir a bordo do módulo lunar e a admirar a Terra vista da Lua, bem como alguns dos primeiros Moonwatches produzidos. Aí fomos conduzidos por Gregory Kissling, director de produto da Omega, que explicou as características das primeiras gerações do Moonwatch, bem como de outras posteriores.

Finalmente, o evento culminou na apresentação das novidades Speedmaster para 2017, desde a edição limitada inspirada no primeiro Speedmaster de 1957, passando pela colecção Racing, pela declinação feminina do Speedmaster, pelos modelos com Fases da Lua e culminando nas peças comemorativas da última missão espacial à Lua, que homenageiam o recentemente falecido Gene Cernan, o último Homem a pisar solo lunar.

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Portugal na final do Euro 2016 https://turbilhao.pt/euro2016/ Thu, 07 Jul 2016 11:25:11 +0000 http://turbilhao.esy.es/?p=9336 Pela segunda vez em 12 anos, Portugal marca presença na final do Europeu de Futebol. O tempo que separa a Selecção das Quinas de uma possível vitória histórica será cronometrado pela manufactura relojoeira Hublot. Portugal está a um passo que conquistar o troféu de Campeão Europeu 2016. A equipa lusa apurou-se para a final da […]

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Pela segunda vez em 12 anos, Portugal marca presença na final do Europeu de Futebol. O tempo que separa a Selecção das Quinas de uma possível vitória histórica será cronometrado pela manufactura relojoeira Hublot.

Portugal está a um passo que conquistar o troféu de Campeão Europeu 2016. A equipa lusa apurou-se para a final da competição, no dia 10 de Julho, e os minutos que a separam de uma possível vitória serão cronometrados pela Hublot, cronometrista oficial da prova.

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Fortemente ligada ao “planeta futebol”, a marca de relojoaria suíça apresenta, naquela que é a sua terceira participação na UEFA Euro 2016, o relógio oficial da prova. Criado para o mundo do futebol, o Big Bang Único Cronógrafo Retrógrado veste as cores de França – país organizador do evento – e é limitado a 100 exemplares. Com caixa de 45 mm em cerâmica preta, dotada de uma pulseira com sistema intercambiável “One click” em borracha revestida a pele de crocodilo azul, este modelo é movido pelo calibre HUB1261. Este movimento de manufactura está equipado com um módulo bi-retrógrado patenteado de corda automática, com o qual é possível medir a duração de uma partida de futebol, bem como de uma janela que indica o período da partida que está a decorrer.

 

Em campo, os painéis luminosos da Hublot participam também da comemoração. Utilizados pelo 4° árbitro para indicar o tempo suplementar, bem como as trocas de jogadores, são parte indissociável da competição, tendo sido desenhados por medida para lembrar o design dos relógios da marca.

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Com final marcada para o próximo domingo, 10 de Julho, às 20h, a UEFA Euro 2016 promete emoções fortes até ao último minuto. Emoções essas que, este ano, serão vividas por milhões de portugueses um pouco por todo o mundo, que acalentam o sonho de ver a Selecção trazer a Taça para casa. Que o sonho se concretize.

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Omega celebra 20 anos ao serviço de James Bond https://turbilhao.pt/omega-celebra-20-anos-ao-servico-de-james-bond/ Tue, 27 Oct 2015 19:21:54 +0000 http://turbilhao.esy.es/?p=1628 A pouco mais de uma semana da estreia de ‘Spectre’, o 24º filme da saga James Bond, a Omega inaugura a exposição que celebra os 20 anos de ligação ao famoso espião britânico. Da espionagem soviética em ‘GoldenEye’ (1995) ao sinistro submundo de ‘Spectre’, o modelo Omega Seamaster tem sido o relógio de eleição de […]

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ExclusivoA pouco mais de uma semana da estreia de ‘Spectre’, o 24º filme da saga James Bond, a Omega inaugura a exposição que celebra os 20 anos de ligação ao famoso espião britânico.

Da espionagem soviética em ‘GoldenEye’ (1995) ao sinistro submundo de ‘Spectre’, o modelo Omega Seamaster tem sido o relógio de eleição de James Bond em 20 anos de aventura. Representando o seu historial de marinha e o seu carácter distinto, a Omega tem provado ser um activo valioso, tanto no terreno como na sua reputação de estilo. Os diferentes modelos da marca podem ter evoluído, mas a relação com James Bond nunca se alterou.

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Ao longo de sete filmes – ‘GoldenEye’ (1995), ‘O Amanhã Nunca Morre’ (1997), ‘O Mundo Não Acaba’ (1999), ‘Morre Noutro Dia’ (2002), ‘Casino Royale’ (2006), ‘Quantum of Solace’ (2008), ‘Skyfall’ (2012) -, James Bond utilizou uma variedade de relógios Omega Seamaster, desde o clássico Seamaster Quartz Professional 300M em ‘GoldenEye’ até ao Seamaster Aqua Terra 150M e Planet Ocean 600M em ‘Skyfall’.  Com o novo capítulo da saga Bond, a marca apresenta agora o Seamaster 300 Spectre.

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A exposição que conta a história da ligação da Omega com James Bond está patente até 15 de Novembro no espaço Omega do El Corte Inglés de Lisboa e de 17 a 30 do mesmo mês no El Corte Inglés de Gaia.

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Omega Seamaster James Bond, edição limitada a 15.000 unidades que celebra a ligação de 20 anos entre a Omega e o agente secreto.

Seamaster 300 Spectre ‘Edição Limitada’

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Com uma longa história em aventura subaquática, o modelo Seamaster 300 surge agora actualizado. O escuro e inquietante Seamaster 300 Spectre é o culminar do carácter e da perícia relojoeira, adequando-se na perfeição ao novo filme e ao Bond encarnado por Daniel Craig. Este lançamento é uma estreia no âmbito da parceria: é a primeira vez que o modelo real Omega utilizado por James Bond está disponível para venda, numa edição especial limitada a apenas 7007 peças.

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A luneta giratória bidireccional em cerâmica polida é também preta e é combinada com uma escala de 12 horas em LiquidMetal®. Outras características únicas incluem o ponteiro central de segundos “lollipop”, assim como o bracelete Nato de cinco listas pretas e cinza. Na alça do bracelete foi gravado o logo “007”.

Cada relógio tem gravado na parte de trás da caixa o seu número de série único, complementado com o nome do filme “SPECTRE”. No interior, o relógio é alimentado pelo Calibre Omega Master Co-Axial 8400.

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Anuário Relógios & Canetas https://turbilhao.pt/anuario-relogios-canetas/ Thu, 18 Dec 2014 15:38:46 +0000 http://turbilhao.esy.es/?p=1903 A edição de 2015 do Anuário Relógios & Canetas já está disponível. Fotos: Ricardo Bento Da responsabilidade de Fernando Correia de Oliveira – jornalista, investigador do tempo e colaborador da Turbilhão desde o número 1 – a edição de 2015 do Anuário Relógios & Canetas já está nas bancas. A festa de lançamento decorreu esta […]

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ExclusivoA edição de 2015 do Anuário Relógios & Canetas já está disponível.

Fotos: Ricardo Bento

Da responsabilidade de Fernando Correia de Oliveira – jornalista, investigador do tempo e colaborador da Turbilhão desde o número 1 – a edição de 2015 do Anuário Relógios & Canetas já está nas bancas. A festa de lançamento decorreu esta semana na Boutique Montblanc da Avenida da Liberdade.

 

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Omega revela novos equipamentos de cronometragem https://turbilhao.pt/omega-revela-novos-equipamentos-de-cronometragem/ Thu, 04 Dec 2014 19:23:32 +0000 http://turbilhao.esy.es/?p=2166 A Omega assume-se uma vez mais como cronometrista oficial dos Campeonatos do Mundo de Natação FINA que se realizam este fim-de-semana em Doha, no Qatar, e revela novos equipamentos de cronometragem. Há muito envolvida no desenvolvimento de tecnologia e equipamento de cronometragem desportiva, a Omega apresenta oficialmente este fim-de-semana novos contadores de voltas subaquáticos e […]

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ExclusivoA Omega assume-se uma vez mais como cronometrista oficial dos Campeonatos do Mundo de Natação FINA que se realizam este fim-de-semana em Doha, no Qatar, e revela novos equipamentos de cronometragem.

Há muito envolvida no desenvolvimento de tecnologia e equipamento de cronometragem desportiva, a Omega apresenta oficialmente este fim-de-semana novos contadores de voltas subaquáticos e blocos de partida para o estilo costas, ambos desenvolvidos a pensar no benefício dos nadadores.

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Os novos blocos de partida para o estilo costas melhoram o impulso inicial e a trajectória dos nadadores quando entram na água. O ângulo das pernas em relação à superfície da água durante o impulso final é maior e, como resultado, os pés dos nadadores atravessam o caminho durante a fase inicial de “voo” com menos contacto com a água. A altura do bloco de partida pode ser ajustada em diferentes posições através de um sistema rotativo manual.

O desenvolvimento destes equipamentos contou com a colaboração de dois embaixadores da Omega: a medalhista olímpica por 12 vezes, Natalie Coughlin e o medalhista olímpico por 7 vezes e especialista no estilo costas, Aaron Peirsol.

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Contador de voltas subaquático

Os nadadores de estilo livre, mariposa e costas poderão tirar vantagem dos contadores de voltas colocados no fundo da piscina. Existirá um contador de voltas para cada pista – posicionado no lado oposto da meta – que faz a contagem regressiva do número de voltas que faltam ao nadador daquela pista para terminar a prova.

Antes deste equipamento, os juízes posicionados à beira da piscina, junto aos blocos de partida de cada pista, exibiam o número de voltas que faltava ao nadador, significando que o atleta tinha que desviar a atenção da piscina. Com os novos contadores subaquáticos, os nadadores podem concentrar-se na sua técnica e posição na corrida, ao mesmo tempo que sabem quantas voltas ainda lhes faltam.

Este equipamento não afecta a cronometragem, tendo sido desenvolvido apenas para melhorar a experiência de competição de cada nadador.

 

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Omega cronometra o “bronze” de Jessica Augusto https://turbilhao.pt/omega-cronometra-o-bronze-de-jessica-augusto/ Sun, 17 Aug 2014 19:27:01 +0000 http://turbilhao.esy.es/?p=2171 Terminou hoje o Campeonato Europeu de Atletismo, em Zurique, na Suíça, com Portugal a conseguir uma medalha de bronze. Estes Europeus de Atletismo ficaram também marcados pela introdução, pela Omega (cronometrista oficial do evento), de quatro novos equipamentos de cronometragem. Portugal concluiu a sua participação no Campeonato Europeu de Atletismo – que decorreu entre 12 […]

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Exclusivo

Terminou hoje o Campeonato Europeu de Atletismo, em Zurique, na Suíça, com Portugal a conseguir uma medalha de bronze. Estes Europeus de Atletismo ficaram também marcados pela introdução, pela Omega (cronometrista oficial do evento), de quatro novos equipamentos de cronometragem.

Portugal concluiu a sua participação no Campeonato Europeu de Atletismo – que decorreu entre 12 e 17 de Agosto, em Zurique, na Suíça – com nota positiva, graças à medalha de bronze conquistada por Jessica Augusto na maratona. Embora esta tenha sido a única atleta portuguesa medalhada nesta edição dos Europeus de Atletismo, outras prestações nacionais houve dignas de registo.

É o caso dos sextos lugares alcançados por Sara Moreira, Nelson Évora e Ana Cabecinha nas especialidades de 5000 metros, triplo salto e 20 km marcha, respectivamente. Já na prova do lançamento do peso, Marco Fortes alcançou a sétima posição, enquanto Edi Maia se classificou em oitavo lugar no salto com vara, o melhor resultado de sempre de Portugal nesta especialidade. Também na oitava posição ficaram Susana Costa, no triplo salto, e Yazaldes Nascimento, nos 100 metros.

Na maratona, o português Ricardo Ribas classificou-se em décimo, enquanto Ricardo Santos (apesar de ter ficado nas meias finais como o primeiro não apurado para a final, ou seja, em nono) bateu o recorde nacional dos 400 metros.

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A Omega nos Europeus de Atletismo

Em pista e fora dela esteve também a Omega, cronometrista oficial do evento, que este ano introduziu quatro novos equipamentos de cronometragem: uma câmara de photo-finish Scan’O’Vision MYRIA, mais pequena e com melhor qualidade de imagem, graças a uma sensibilidade à luz melhorada; um novo sistema de detecção de falsas partidas que envia instantaneamente informação para um computador em pista; e dois novos tipos de placares de resultados que, além de texto, imagens e informação ao vivo, exibem também animações e vídeos.

Por forma a destacar a tecnologia da Omega no campo da cronometragem desportiva e demonstrar os passos envolvidos na medição e divulgação de resultados dos 100 metros, a marca criou um vídeo animado intitulado “How it works: Timing the 100m sprint”.

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Abu Dhabi Ocean Racing treina em Cascais https://turbilhao.pt/abu-dhabi-ocean-racing-treina-em-cascais/ Thu, 26 Jun 2014 18:29:50 +0000 http://turbilhao.esy.es/?p=3776 A equipa Abu Dhabi Ocean Racing esteve em Cascais para treinar para a próxima edição da Volvo Ocean Racing. A convite da equipa e da IWC, cronometrista oficial da prova e patrocinadora da Abu Dhabi Ocean Racing, a Turbilhão assistiu in loco a um dia de treino. Conhecida como a Fórmula 1 das regatas, a […]

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A equipa Abu Dhabi Ocean Racing esteve em Cascais para treinar para a próxima edição da Volvo Ocean Racing. A convite da equipa e da IWC, cronometrista oficial da prova e patrocinadora da Abu Dhabi Ocean Racing, a Turbilhão assistiu in loco a um dia de treino.

Conhecida como a Fórmula 1 das regatas, a Volvo Ocean Race é a mais desafiante prova de vela do mundo. Fundado em 1973, este evento desportivo à escala global alia o glamour das regatas onshore com a resistência e tenacidade das travessias offshore. Realizada de quatro em quatro anos, a Volvo Ocean Race cumpre em 2014 a sua 12ª edição e, pela segunda vez, Lisboa é palco de uma das etapas desta prova que percorre mais de 39 mil milhas náuticas, quatro oceanos e dez países.

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E porque como em qualquer competição desportiva o tempo é um factor preponderante, determinando vencedores e vencidos, a manufactura relojoeira IWC Schaffhausen alia-se novamente à Volvo Ocean Race como cronometrista oficial da prova e como patrocinadora oficial da equipa Abu Dhabi Ocean Racing que, juntamente com outras seis equipas, luta pelo troféu de vencedor numa prova que terá início em Espanha, a 4 de Outubro (passando por Lisboa nos dias 6 e 7 de Junho de 2015) e que termina, no final de Junho de 2015, em Gotemburgo, na Suécia.


 

Ian Walker, Skipper da Abu Dhabi Ocean Racing
Ian Walker, Skipper da Abu Dhabi Ocean Racing

Para esta edição da mais antiga e conhecida regata à volta do mundo, a Abu Dhabi Ocean Racing esteve cerca de três meses em Cascais em sessões de treino. E por quê Cascais? Segundo Ian Walker, skipper da equipa, “por causa da geografia, geralmente há bom vento e é muito acessível”.



A Turbilhão teve oportunidade de testemunhar um dia de treino, falando, observando, e até “ajudando”, a Abu Dhabi Ocean Racing e percebeu in loco o porquê de esta ser uma prova de resistência e tenacidade. Afinal, serão quase nove meses de competição, durante os quais as equipas irão enfrentar as forças da natureza, batalhando de uma etapa para outra movidas pela adrenalina, coragem, perícia e resiliência mental. Na procura pela glória, as tripulações irão dormir pouco, não terão qualquer privacidade e frequentemente irão enfrentar condições atmosféricas terríveis com ondas da altura de prédios.


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Projecto Gombessa https://turbilhao.pt/projecto-gombessa/ Mon, 08 Jul 2013 20:41:37 +0000 http://turbilhao.esy.es/?p=3853 A ligação da Blancpain com os oceanos é longa e frutífera. Sob o lema “Educar consciências. Transmitir a paixão. Respeitar e ajudar a proteger o oceano”, a manufactura empenha-se na sua missão através dos relógios de mergulho da marca, de exposições de fotografia subaquática, e das Edições Fifty Fathoms, uma colecção de livros publicados pela […]

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A ligação da Blancpain com os oceanos é longa e frutífera.

Sob o lema “Educar consciências. Transmitir a paixão. Respeitar e ajudar a proteger o oceano”, a manufactura empenha-se na sua missão através dos relógios de mergulho da marca, de exposições de fotografia subaquática, e das Edições Fifty Fathoms, uma colecção de livros publicados pela Blancpain e que apresentam o trabalho de alguns dos melhores fotógrafos subaquáticos do mundo.

Além disso, a manufactura alia-se à Sociedade National Geographic e apoia ainda o Pristine Seas Expeditions, um projecto de exploração, investigação e conservação, cujo objectivo é explorar, pesquisar e ajudar a proteger alguns dos locais intocados dos oceanos.

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Em 2013, a Blancpain uniu-se ao mergulhador e naturalista francês Laurent Ballesta ao financiar o Projecto Gombessa, uma expedição científica que partiu para a África do Sul ao encontro de um animal mítico: o celacanto. Redescoberto em 1938, depois de se julgar extinto há mais de 70 milhões de anos, este gigante com 2 metros de comprimento é visto como o elo entre os peixes e os primeiros vertebrados terrestres de quatro patas. Conhecido também por Gombessa, este habitante das profundezas, com as suas barbatanas alongadas e pulmão primitivo, é o testemunho vivo e inesperado da saída das águas há 370 milhões de anos.

Considerado o animal mais velho do planeta ainda vivo, o celacanto tem sido objecto de numerosos estudos científicos e debates. Espécie raríssima, que vive a mais de 100 metros de profundidade, o celacanto foi objecto de muito poucas observações directas. Como tal, a expedição Gombessa, fruto de dois anos de preparação científica, logística e humana, teve por objectivo realizar observações e experiências científicas em contacto com os celacantos.

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Para alcançar este objectivo, Laurent Ballesta, equipado com um Blancpain Fifty Fathoms e acompanhado por mergulhadores profissionais especialmente treinados em grandes profundidades, por investigadores do Instituto Sul-Africano para a Biodiversidade Aquática (SAIAB) e por seis cientistas do Museu Nacional de História Natural e do Instituto Nacional Francês de Pesquisa (CNRS), partiu para a África do Sul para 40 dias de mergulho ao encontro deste animal mítico.

Assim, de 5 de Abril a 15 de Maio, Laurent Ballesta e a sua equipa de mergulhadores mergulharam diariamente a 120 metros de profundidade nas Grutas Jesser Canyon e, através do contacto com o celacanto, colocaram em prática os protocolos científicos concebidos pela equipa, de modo a descobrir mais sobre este gigante das profundezas.

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Omega e Jogos Olímpicos https://turbilhao.pt/omega-e-jogos-olimpicos/ Thu, 04 Jul 2013 14:50:42 +0000 http://turbilhao.esy.es/?p=4311 Os Jogos Olímpicos 2012 estão prestes a começar. Em Londres, que recebe as Olimpíadas pela terceira vez, ultimam-se os preparativos para uma edição dos Jogos que ficará marcada, como habitualmente, pela presença da Omega como cronometrista oficial. Tudo começou a 30 de Julho de 1932, em Los Angeles. Pela primeira vez, o Comité Olímpico Internacional […]

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Os Jogos Olímpicos 2012 estão prestes a começar. Em Londres, que recebe as Olimpíadas pela terceira vez, ultimam-se os preparativos para uma edição dos Jogos que ficará marcada, como habitualmente, pela presença da Omega como cronometrista oficial.

Tudo começou a 30 de Julho de 1932, em Los Angeles. Pela primeira vez, o Comité Olímpico Internacional elegeu uma marca como cronometrista oficial dos Jogos Olímpicos de Verão. A Omega foi a eleita e, após a cerimónia de encerramento do mais importante certame desportivo a nível mundial, o director técnico das Olimpíadas, William M. Henry, agradeceu à Omega: “É impossível considerar o sucesso extraordinário das 10ªs Olimpíadas e as inigualáveis performances atléticas realizadas sem referenciar o imprescindível papel dos relógios Omega neste grandioso certame internacional.

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Nessa noite em Capri, em pleno Mar Mediterrâneo, ele próprio a braços com tantos problemas ambientais, o Presidente da Omega, Stephen Urquhart, anunciou a um grupo de jornalistas convidados, entre eles o enviado de Turbilhão, duas parcerias que a marca relojoeira vai promover nessa área.

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Embora o ano de 1932 não tenha marcado o início da participação da Omega em eventos desportivos (a marca já o fazia há cerca de 30 anos), a verdade é que foi neste ano que uma única empresa teve a responsabilidade de fornecer e controlar todos os relógios em todas as provas dos Jogos Olímpicos. Esta decisão pioneira demonstrou a confiança que a Omega angariou na cronometragem de tempos desportivos a nível mundial e o sucesso desta inovação prontamente se tornou numa tradição. Desde 1932 até 2012 a Omega teve a responsabilidade de controlar os tempos desportivos em 24 edições dos Jogos Olímpicos. Londres será a 25ª.


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A Omega e a cronometragem

A base principal na cronometragem desportiva é medir tempos de performances ou de atletas com a maior precisão possível, suprimindo tanto quanto possível toda a intervenção humana, passível de erros e posteriores polémicas.

A Omega tem na sua história um papel inventivo por excelência, desenvolvendo e aperfeiçoando todos os instrumentos necessários para atingir a alta precisão: dispositivos de partida, portas de partida, gatilhos electromagnéticos, armas para tiros de partida, células fotoeléctricas, câmaras photo finish, cronógrafos de quartzo, painéis tácteis para provas de natação, processamento electrónico de resultados…

A posição de liderança da marca neste domínio foi construída graças ao dinamismo e competências de uma empresa considerada sua irmã, a Lemania, que se juntou à Omega precisamente em 1932, com a sua aquisição por parte do grupo SSIH. Nos dias de hoje, a OMEGA mantém-se como líder na contagem de tempos em eventos desportivos devido à sua liderança no domínio da electrónica e cronometragem digital.

Nas provas de atletismo, as corridas têm que ser controladas com uma precisão de milésimos de segundo. A Omega dispõe de uma bateria de equipamentos electrónicos ao serviço da verdade desportiva, para que todos os tempos sejam determinados com exactidão. Na linha da meta, células foto voltaicas e câmaras digitais estão a postos para estabelecer a ordem de chegada.

Em provas tão rápidas como os 100 metros, todos os atletas podem ficar separados por menos de meio segundo e, mesmo assim, os tempos são determinados com tal exactidão que não se registam empates.

Nos Jogos Olímpicos de 2008 em Pequim, a OMEGA introduziu um novo equipamento de medida, utilizando câmaras com capacidade para tirar até 3000 fotogramas por segundo. Um verdadeiro recorde, dado que até há bem pouco tempo, por exemplo nos Jogos de Atlanta em 1996, o máximo estabelecido era de até 1000 fotogramas por segundo.


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Londres 2012

Em 2012, Londres vai sediar os Jogos Olímpicos pela terceira vez. A última edição do evento na capital britânica deu-se em 1948 e a Omega lá estava como cronometrista oficial. Desde os Jogos de 1948 que os tempos mudaram consideravelmente, tanto a nível atlético como a nível da cronometragem. Mesmo assim este foi um ano marcante por ter sido nesta edição que se introduziu a cronometragem automática construída em torno de células fotoeléctricas e câmaras photo finish, causando um grande impacto na época.

Mas 2012 é especial. A Omega comemora, ao mesmo tempo, a 25ª participação nos Jogos Olímpicos e o 80º aniversário desde que o fez pela primeira vez, em Los Angeles. Todos os preparativos para os Jogos de Londres estão em curso há já algum tempo. Dois relógios de contagem decrescente da Omega, um em Trafalgar Square e outro em Greenwich, assinalam o tempo que falta para o início da Cerimónia de Abertura dos Jogos Olímpicos 2012.

Para atender à necessidade crescente de dados e estatísticas oficiais, a equipa de cronometristas desportivos da manufactura relojoeira ficou enriquecida com a contratação de um número considerável de profissionais especialistas em processamento de dados. No primeiro compromisso Olímpico da Omega, em 1932, foram usados apenas 30 cronógrafos para cronometrar cada prova. Em Londres, 80 anos depois, a marca empregará mais de 450 profissionais apoiados por cerca de 400 toneladas de equipamento e por vários voluntários recrutados localmente.

Todos os Jogos Olímpicos são diferentes, há novos atletas, novos recordes e novos resultados… Mas o cronometrista oficial permanece o mesmo. Omega, sem dúvida, usando a mais alta tecnologia em Londres, assim como o fez em 24 ocasiões anteriores.

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Breitling Air Show https://turbilhao.pt/breitling-air-show/ Wed, 20 Feb 2013 14:35:41 +0000 http://turbilhao.esy.es/?p=4286 A Breitling é das marcas relojoeiras com imagem mais forte e definida. A sua ligação à aviação tem mais de um século, e no festival aéreo que todos os anos organiza, prova ter uma logística tão precisa como os seus relógios. É famoso, o Bretiling Air Show que todos os anos ocorre em Buochs, numa […]

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A Breitling é das marcas relojoeiras com imagem mais forte e definida. A sua ligação à aviação tem mais de um século, e no festival aéreo que todos os anos organiza, prova ter uma logística tão precisa como os seus relógios.

É famoso, o Bretiling Air Show que todos os anos ocorre em Buochs, numa zona de montanhas e lagos da Suíça de língua alemã. Quem experimenta fica sempre com histórias para contar, sobre as sensações fortes que ali se podem viver. Estivemos naquele que é, seguramente, o evento no sector da Relojoaria que exige mais logística, precisão, manutenção e… bastante coragem.

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No aeroporto de Buochs esperavam os convidados – mais de uma centena, vindos de todo o mundo – uma esquadrilha de jactos, aviões a hélice, helicópteros, aviões de passageiros…

“Uma oportunidade única de subir a bordo de aviões que marcaram a história da aviação, fazer acrobacias pelos Alpes num jacto ou num avião a hélice, saltar de pára-quedas, voar de helicóptero, encontrar ases da acrobacia mundial e contemplar do solo shows aéreos de cortar a respiração”, prometia a organização. Ninguém terá saído defraudado.

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O dia em Buochs começou com as evoluções da maior patrulha civil profissional no mundo a voar em jactos, a Breitling Jet Team. Uma dança cuidadosamente regulada, onde os aviões evoluem perfeitamente a menos de 3 metros uns dos outros, a cerca de 700 km/h e com acelerações que vão até aos 8 G! Um misto de audácia, de velocidade e de precisão.

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Esta formação única no seu género – revestida de preto e cinza escuro – é composta por sete L-39 Albatros, jactos de treino militar de dois lugares de fabrico checo, rápidos e potentes. Os pilotos são profissionais com larga experiência, vindos na maior parte dos casos da aviação de caças francesa, ou até mesmo da Patrouille de France.

Leia mais na edição impressa da Turbilhão.

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Cronometragem Omega nos Jogos Olímpicos https://turbilhao.pt/cronometragem-omega-nos-jogos-olimpicos/ Tue, 03 Jul 2012 15:12:11 +0000 http://turbilhao.esy.es/?p=4320 Conheça alguns dos factos importantes na história da Cronometragem Omega nos Jogos Olímpicos. 1932 O ano 1932 foi decisivo na história da cronometragem desportiva: a OMEGA tornou-se Cronometrista Oficial nos Jogos de Los Angeles, em 1932, fornecendo 30 cronógrafos de elevada precisão, certificados como cronómetros pelo observatório de Neuchâtel, para serem usados em todas as […]

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Conheça alguns dos factos importantes na história da Cronometragem Omega nos Jogos Olímpicos.

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1932

O ano 1932 foi decisivo na história da cronometragem desportiva: a OMEGA tornou-se Cronometrista Oficial nos Jogos de Los Angeles, em 1932, fornecendo 30 cronógrafos de elevada precisão, certificados como cronómetros pelo observatório de Neuchâtel, para serem usados em todas as modalidades olímpicas. Foi a precisão do cronógrafo oficialmente certificada que convenceu o Comité Olímpico Internacional a seleccionar a OMEGA para os Jogos. Os resultados oficiais foram obtidos aos quintos e décimos de segundo.


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1936

Nos Jogos Olímpicos de Berlim, 185 cronógrafos foram levados de Bienne até à capital alemã, numa mala, pelo relojoeiro da OMEGA Paul-Louis Guignard de 29 anos. Nos Jogos de Berlim em 1936, o grande Jesse Owens (EUA) ganhou quatro medalhas de ouro nos dias em que os atletas cavavam os seus próprios buracos para os pés na linha de partida com pequenas pás.


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1948

A OMEGA usou a célula fotoeléctrica pela primeira vez nos Jogos Olímpicos de Inverno de 1948, em St. Moritz. Portátil e independente da rede eléctrica, era resistente à água e podia ser ajustada para resistir a grandes variações de temperatura; a sua tecnologia de infravermelhos era insensível ao sol e aos flashes. Pela primeira vez, o sistema de cronometragem era desencadeado automaticamente quando a porta de partida abria.Para os Jogos Olímpicos de Londres, a British Race Finish Recording Co. Ltd desenvolveu a primeira câmara photo-finish, denominada “Magic Eye”, com imagem contínua e velocidade de gravação que podia ser modulada de acordo com as necessidades do desporto em questão, do remo ao ciclismo. Trabalhava em conjunto com o equipamento de cronometragem da OMEGA. Foi nestas Olimpíadas que as máquinas começaram a superar os humanos na precisão.


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1952

Capaz de mostrar os centésimos de segundos abaixo das imagens dos atletas que cruzam a linha da meta, a Racend Omega Timer sucedeu ao “Magic Eye” em 1949, e foi rebaptizada como photofinish para as Olimpíadas de 1952. A era do quartzo e dos electrónicos tinha chegado, principalmente com o Omega Time Recorder, portátil e independente da rede eléctrica, que permitiu que os resultados fossem impressos em papel, fazendo com que a Omega ganhasse a prestigiante “Cruz de Mérito Olímpico”. Os tempos oficiais eram agora gravados ao centésimo de segundo.


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1956

As portas de partida foram usadas pela primeira vez no ski alpino nos Jogos Olímpicos de Inverno de 1956, em Cortina D’Ampezzo, Itália. O registo do tempo era automaticamente desencadeado através de um semáforo luminoso e sonoro com alarme programado para a contagem encarnado – amarelo – verde. A inovação mais espectacular foi vista na piscina de Melbourne nos Jogos de Verão: o Cronómetro “Swim Eight-O-Matic”, o primeiro dispositivo de cronometragem semiautomático para a Natação, com ecrã digital, que permitiu aos cronometristas distinguir dois nadadores individuais que terminaram a prova praticamente ao mesmo tempo.


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1960

Um resultado controverso nos Jogos de Verão de 1960 em Roma, a última competição Olímpica cronometrada pela OMEGA, a ser resolvido por decisão humana, desencadeou a grande inovação seguinte para a piscina: as “placas de contacto” também inventadas pela manufactura em Biel, que só foram consideradas prontas para uso em competição nos Jogos Pan-Americanos de 1967 em Winnipeg.


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1964

Inventado em 1961, o Omegascope permitiu introduzir o conceito de ” tempo real” nos eventos desportivos televisionados, ao sobrepor no ecrã números luminosos com o tempo de cada concorrente: revolucionou a cronometragem e não deixou margem para erros porque era exibido e transmitido para milhares de telespectadores.Foi usado nos Jogos Olímpicos de Inverno de 1964 em Innsbruck, os primeiros Jogos Olímpicos totalmente electrónicos. Nunca antes, os telespectadores tinham sido tão completa e rapidamente informados sobre os eventos desportivos a decorrer pelo mundo fora.


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1968

A “cronometragem integrada” foi introduzida nos Jogos de Grenoble e da Cidade do México, onde a cronometragem automática e electrónica foi usada pela primeira vez, fornecendo uma análise estatística com os resultados a serem distribuídos aos juízes, treinadores, imprensa, e até certo ponto, o público. O surgimento da photoprinter assegurou uma maior rapidez e uma mais ampla distribuição dos resultados. A cronometragem moderna foi um ponto de viragem histórico para a OMEGA.A tecnologia mais comentada foi a placa de contacto na piscina que reagia apenas ao toque dos nadadores, eliminando a necessidade de ter cronometristas ao lado da piscina.
Além disso, o altifalante ligado ao sinal de partida e colocado atrás de cada bloco de partida, significava que todos os nadadores ouviam o sinal de partida ao mesmo tempo. O “Swim-O-Matic”, sucessor do “Swim Eight-O-Matic”, era preciso até ao milésimo de segundo, mas o potencial do sistema não foi posto em prática até 1972, sendo utilizado em apenas uma corrida.


1972

Os espectadores de Munique testemunharam a controvérsia da primeira e única medalha de ouro de natação a ser ganha com base em milésimos de segundo, o que forçou uma mudança das regras. Nos 400 metros estilos, o sueco Gunnar Larsson, bicampeão Europeu, e Tim McKee (EUA) pararam o relógio aos 4:31.98. Os juízes declararam que o Larsson era o campeão: 4:31.981 para 4:31.983. Dias depois, o regulamento da FINA foi alterado e os tempos passaram a ser cronometrados apenas ao centésimo de segundo.


1976

Um dos momentos mais memoráveis foi quando o resultado perfeito de 10.0, da ginasta Nadia Comaneci, apareceu no placar como 1.00, uma vez que não estava preparado para um desempenho impecável – no entanto, toda a gente percebeu o que tinha acabado de acontecer.


1980

O OMEGA Game-O-Matic, que calculava e exibia no momento a posição do ranking do atleta assim que ele ou ela chegasse à meta, foi usado pela primeira vez nos Jogos de Inverno em Lake Placid.Nos Jogos Olímpicos de Moscovo, a nova versão do Swim-O-Matic era uma pasta-cronómetro que pesava apenas 1,2Kg comparado com os colossais 150Kg do seu antecessor de 1976.


1984

Os Jogos Olímpicos de Los Angeles foram os primeiros a apresentar a câmara photofinish a cores, cujas impressões assinadas pelos atletas eram muito cobiçadas. Este ano também ficou marcado pela estreia olímpica dos detectores de falsa-partida da Omega.A precisão na cronometragem também foi responsável pela primeira medalha de ouro partilhada da história da natação olímpica: as americanas Carrie Steinseifer e Nancy Hogshead terminaram a prova de 100 metros livres aos 55.92 segundos.


1988

Calgary e Seul foram os primeiros Jogos Olímpicos com cronometragem computorizada, com os resultados e análises armazenadas em bases de dados para a posteridade. O placar de vídeo matrix da Omega em Seul exibia imagens a cores.


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1992

Nos Jogos de Inverno de 1992 em Albertville, o Omega Scan-O-Vision cronometrava digitalmente os patinadores de velocidade ao milésimo de segundo assim que estes cruzavam a linha de chegada. O sistema fotografava efectivamente o tempo fundindo-o com a imagem contínua num único documento. E assim começou um novo capítulo na ciência da cronometragem.


1996

Os Jogos Olímpicos de 1996 em Atlanta assistiram à inauguração da primeira cronometragem Olímpica “global” que efectivou para cada desporto e todas as provas, a trilogia da cronometragem: cronómetro, tratamento de dados e distribuição dos resultados. A seguir à introdução do Omegascope em 1961 e da cronometragem integrada nos Jogos Olímpicos de 1968 na Cidade do México, representou a terceira grande fase da cronometragem moderna.Nas regatas de vela em Savannah, o sistema de posicionamento global (GPS), foi uma das 20 inovações que a Swatch introduziu em Atlanta. No atletismo, a aceleração e a velocidade eram cronometradas em provas de velocidade, os dados comprovam que o campeão olímpico dos 100 metros, Donovan Bailey, foi o último a partir dos blocos mas ganhou devido à excelente aceleração, e à consistente velocidade superior até à meta.


2000

O ano de 2000 viu a introdução do Omega Live Timing no www.omegatiming.com. Nos 15 segundos em que o nadador toca na placa, um conjunto completo de dados, ranking e informação sobre os recordes, estavam disponíveis para uma audiência global ler e fazer download na Internet. A tecnologia permitiu que os telespectadores vissem uma linha em toda a imagem que indicava a proximidade dos atletas aos recordes mundiais de alguns desportos.


2004-2006

A pistola-radar, que já tinha sido usada em algumas competições de ténis, estreou-se nas provas de volley de praia nos Jogos Olímpicos de 2004 em Atenas.Nos Jogos de Inverno de 2006 em Turim, os transponders (emissores de sinal) foram amarrados aos tornozelos dos patinadores de velocidade para que os cronometristas conseguissem capturar o momento de aceleração súbita, a velocidade numa curva fechada e o fim abrupto da competição quando o patinador cai no gelo.

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2008

Em Pequim, entre as muitas melhorias da cronometragem desportiva estavam as câmaras de alta-velocidade, juntamente com o novo sistema de pontuação e falsas partidas. O sistema GPS e bib transponders também foram usados com grande sucesso. Esta edição dos Jogos será sempre lembrada pelos 100 metros mariposa quando Michael Phelps derrotou o medalhista de prata por um centésimo de segundo – a mais pequena margem possível numa prova de natação. Inicialmente, o resultado foi contestado mas o sistema de backup da vídeo câmara de alta velocidade confirmou que o sistema de cronometragem electrónica da Omega tinha trabalhado na perfeição.


2010

A tecnologia mais comentada dos novos equipamentos da cronometragem desportiva, em Vancouver, foi o novo Electronic Start System. Uma das imagens mais marcantes de quaisquer Jogos Olímpicos é a pistola de partida, reminiscente dos revólveres utilizados nos filmes do Velho Oeste. Nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Inverno, a pistola de partida foi substituída por um dispositivo aerodinâmico e futurista composto por uma pistola de flash e uma caixa de som.Quando o gatilho é pressionado, acontecem três coisas simultaneamente: um som é libertado, uma luz de flash é emitida e um impulso de início é dado ao cronómetro. Pressionando o gatilho uma segunda vez dentro de dois segundos, a falsa partida é assinalada sonoramente. Os sons podem ser alterados e tirados do computador.


Mais informação no site Omega.

O artigo Cronometragem Omega nos Jogos Olímpicos aparece primeiro no Revista Turbilhão.

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Jogos Olímpicos https://turbilhao.pt/jogos-olimpicos/ Mon, 02 Jul 2012 15:31:21 +0000 http://turbilhao.esy.es/?p=4336 Os Jogos Olímpicos de 1948 em Londres foram pioneiros na era moderna da cronometragem. Um conjunto de inovações que foram introduzidas nesta edição dos Jogos ainda hoje é utilizado. Algumas são muito semelhantes às suas antecessoras enquanto outras mudaram completamente. Em ambos os caos, o objectivo é o mesmo: fornecer o melhor sistema de cronometragem […]

O artigo Jogos Olímpicos aparece primeiro no Revista Turbilhão.

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Os Jogos Olímpicos de 1948 em Londres foram pioneiros na era moderna da cronometragem. Um conjunto de inovações que foram introduzidas nesta edição dos Jogos ainda hoje é utilizado.

Algumas são muito semelhantes às suas antecessoras enquanto outras mudaram completamente. Em ambos os caos, o objectivo é o mesmo: fornecer o melhor sistema de cronometragem aos melhores atletas do mundo.

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Células fotoeléctricas

Em 1948, as células fotoeléctricas foram utilizadas pela primeira vez nos Jogos Olímpicos e enquanto a sua forma e aparência foi mudando ao longo dos anos, a performance das células actuais é equivalente à das lançadas em 1948 (a velocidade da luz manteve-se praticamente inalterada ao longo dos anos).

Em 1948, havia uma célula fotoeléctrica com um emissor e um receptor num lado da pista e do outro lado havia um espelho reflector. Quando o feixe luminoso era interrompido entre a célula e o espelho, o tempo era registado. Nos jogos seguintes, o emissor e o receptor foram separados e colocados em lados opostos da pista, permitindo melhor performance no caso de chegadas em grupo.


Pistola de partida

Uma imagem que fica na mente do passado é a da pistola de partida, relembrando os populares revólveres dos filmes do faroeste. Nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Inverno de 2010 em Vancouver, a clássica pistola foi substituída por um equipamento futurista e cheio de design composto por uma pistola de flash e uma caixa de som.

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Com o novo equipamento, quando o starter carrega no gatilho, acontecem 3 coisas simultaneamente: um som, um flash de luz e o arranque do equipamento de cronometragem. Carregando segunda vez no gatilho menos de dois segundos depois, a falsa partida é accionada de forma audível.

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Os sons podem ser mudados e feitos download por computadores.
Tal como no caso das pistolas clássicas, o som é reproduzido pelos altifalantes de cada concorrente, garantindo que todos ouvem o sinal ao mesmo tempo. Em algumas provas, o som está ligado sistema geral do estádio.


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Blocos de partida no atletismo

Nos jogos de Londres em 1948, os blocos de partida foram utilizados pela primeira vez no atletismo. Na edição anterior, em 1936, os velocistas como o lendário Jessie Owens cavaram os seus próprios buracos de partida! Os blocos de partida introduzidos em 1948 garantiam que as condições de partida eram iguais para todos os participantes.

Nos Jogos Olímpicos de 2012 em Londres, a OMEGA apresenta uma melhoria nos blocos de partida. A velocidade de reacção dos atletas é medida pela força exercida nos blocos e não pelo movimento. Os novos blocos detectam os tempos de reacção de todos os corredores – de crianças a velocistas de classe mundial- sem nada alterar no equipamento.


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Placas de contacto nas piscinas

Entre as mais atractivas inovações de cronometragem estão as placas de contacto que encontramos no final de cada pista nas piscinas. A necessidade para este nível de precisão
ficou particularmente claro nos jogos de Roma de 1960. Nesse tempo, três juízes estavam responsáveis por controlar cada uma das pistas de natação. Nesse ano, nos 100 metros livres, o americano Lance Larson e o Australiano John Devitt acabaram a prova exactamente ao mesmo tempo. Os cronógrafos dos juízes marcaram para Larson 55.0. 55.1 e 55.1 segundos. Os de Devitt marcaram todos 55.2 segundos. Um resultado claro? Não exactamente.

Também havia três juízes de 1º lugar e três de 2º lugar. Dois juízes de 1º lugar pensaram que Devitt tinha ganho e só um achou que tinha sido Larson. No entanto, dois dos juízes de 2º lugar pensaram exactamente o contrário.

Os juízes ficaram divididos 3-3, pedindo a opinião ao juiz principal. Este decidiu em favor de Devitt ignorando os tempos obtidos. O tempo de Larson foi arredondado para 55.2 segundos. Foram feitos protestos oficiais mas a opinião do juiz principal manteve-se.
A parte estranha: John Devitt permaneceu o campeão olímpico mas o tempo de 55.1 de Larson foi declarado record olímpico. Assim, o 2º classificado nadou mais rápido que o campeão.

Tornou-se evidente que um sistema automático era necessário, tendo a OMEGA introduzido as placas de contacto nos Jogos Pan-Americanos no Winnipeg em 1967. A partir de 1968 nos Jogos Olímpicos do México e até à actualidade foram sempre utilizadas.


Novas Tecnologias de Cronometragem para 2012

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Quantum Timer

Com uma resolução melhorada de 1µs (um milionésimo de segundo) o Quantum Timer e o Quantum Aquatics Timer marcam o início de uma nova geração de produtos de cronometragem Omega. Esta resolução é 100 vezes maior do que a dos equipamentos anteriores.


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Blocos de partida para atletismo

O tempo de reacção dos atletas é medido pela força exercida nos blocos e não pelo movimento. Os novos blocos detectam os tempos de reacção de todos os corredores sem nada alterar no equipamento.


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Swimming Show

(luzes que indicam os primeiros três classificados)

Um inovador sistema de luzes chamado Swimming Show será utilizado pela primeira vez em Londres. Existirão luzes nos blocos de partida, perto das placas de contacto onde os nadadores param o seu tempo. Um grande ponto luminoso indica o primeiro lugar, dois pontos médios indicam o segundo e três pequenos pontos luminosos indicam a terceira posição.


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Open Water Gate

Este sistema permite informar os tempos intermédios, para além dos de partida e de chegada. A porta de chegada tem placas de contacto com antenas verticais, enquanto as posições intermédias têm antenas horizontais que recebem o sinal do equipamento que os nadadores levam no seu pulso. Na chegada, existem câmaras de alta definição que são utilizadas como backup no caso de chegadas muito próximas e de o sistema no pulso não ser suficiente.

O artigo Jogos Olímpicos aparece primeiro no Revista Turbilhão.

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