Quando o ouro assume um brilho que faz lembrar um diamante, não é magia. Trata-se de uma técnica joalheira florentina, amplamente utilizada nos Royal Oak Frosted Gold da Audemars Piguet.

Criado para celebrar o 40.º aniversário do primeiro Royal Oak feminino, projectado por Jacqueline Dimier em 1976, o Audemars Piguet Royal Oak Frosted Gold resulta de uma parceria com a criadora de jóias Carolina Bucci. Bucci é conhecida pelas suas peças de joalharia ousadas que, muitas vezes, possuem um acabamento “martelado”. E foi este tipo de acabamento – realizado através de um processo denominado técnica florentina, que confere uma aparência brilhante, tipo diamante, e áspera ao toque – que foi transposto para o Royal Oak Frosted Gold.

A técnica foi aplicada à superfície de todo o relógio, incluindo a caixa, cada elo da pulseira e à luneta. Excepção feita para a parte interna do bracelete, o logotipo “AP” no fecho, o fundo da caixa, os cantos da luneta e dos elos da pulseira. Nestes casos, o acabamento é polido, o que torna as superfícies “marteladas” ainda mais dramáticas.

Disponível em ouro rosa ou branco e em dois tamanhos – 33 mm (quartzo) e 37 mm (automático) – o Royal Oak Frosted Gold apresenta o icónico motivo Grande Tapisserie no mostrador, com índices aplicados finos e alongados e uma indicação de data, às 3h.

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